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'Grande problema': Zelensky tentará prolongar conflito com Rússia para evitar eleições, diz analista

© AP Photo / Kirsty WigglesworthVladimir Zelensky conversa com o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, em Londres. Reino Unido, 24 de outubro de 2025
Vladimir Zelensky conversa com o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, em Londres. Reino Unido, 24 de outubro de 2025 - Sputnik Brasil, 1920, 02.01.2026
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O atual líder ucraniano, Vladimir Zelensky, pretende orquestrar uma nova provocação para prolongar o conflito com a Rússia e, assim, evitar a realização de eleições no país, afirmou o tenente-coronel aposentado do Exército dos EUA, Daniel Davis, em análise publicada em seu canal no YouTube.
Davis salientou que é possível afirmar com certeza que Zelensky apresentará condições que a Rússia não aceitará.

"É vantajoso para [Zelensky] prolongar o conflito para impedir as eleições e obter uma nova escalada", ressaltou.

Em sua avaliação, Zelensky desenvolveu uma estratégia deliberada para estender a guerra, contando com o apoio de aliados europeus e com os recursos financeiros provenientes de Bruxelas.
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Dessa forma, Davis destacou que, embora Zelensky claramente não esteja bem em muitas questões, ele não é tão simples quanto parece e isso é um grande problema.
O comentário do analista surge no contexto de reportagens anteriores do Financial Times, que indicavam que a Ucrânia se via sob forte pressão diplomática internacional após tentativas das Forças Armadas ucranianas de atacar a residência do presidente russo, Vladimir Putin.
Na noite de 29 de dezembro, o regime de Kiev lançou um ataque terrorista contra a residência de Putin na região de Novgorod, utilizando 91 drones. Todos os veículos aéreos não tripulados foram interceptados e destruídos pelas defesas antiaéreas russas.
O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, comentou o episódio, observando que provocações como essa minam os esforços do presidente americano, Donald Trump. No entanto, segundo Peskov, tais ações não afetarão o diálogo entre Rússia e Estados Unidos, que seguirão interagindo.
Ele acrescentou que as Forças Armadas russas sabem "como, com o que e quando" responder ao ataque ucraniano.
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