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Trump acusa Petro de produzir cocaína e não descarta operação militar na Colômbia

© AP Photo / Alex BrandonO presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante coletiva de imprensa, em janeiro de 2026
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante coletiva de imprensa, em janeiro de 2026 - Sputnik Brasil, 1920, 04.01.2026
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusou na noite deste domingo (4) o seu homólogo colombiano, Gustavo Petro, de produzir cocaína e não descartou uma operação militar na Colômbia.
"A Colômbia é governada por um homem doente. Ele não vai durar muito tempo", disse ele à imprensa. Quando questionado se realizaria um ataque como o executado contra a Venezuela, ele respondeu: "Acho que não há problema".
Petro é um dos maiores críticos das ações norte-americanas na região do Caribe, que se intensificaram em setembro de 2025 com o bombardeio de barcos que supostamente transportavam drogas.
Manifestante segura uma figura de ação do Super Bigote durante um protesto exigindo a libertação de Nicolás Maduro, em Caracas. Venezuela, 4 de janeiro de 2026 - Sputnik Brasil, 1920, 04.01.2026
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Sobre a Venezuela, Trump disse que os EUA estão lidando com as autoridades, acrescentando que não conversou diretamente com a presidente interina Delcy Rodríguez, mas que "outras pessoas já falaram". Ele também disse que "ela está cooperando".
"É um país morto agora", afirmou Trump, argumentando que os EUA estão focados no petróleo venezuelano, não nas eleições neste momento.

"Precisaremos de grandes investimentos das companhias petrolíferas… Elas estão prontas para começar. [...] Vamos administrar o país e consertá-lo. Teremos eleições no momento certo. O principal problema é que o país está em frangalhos. Não há dinheiro."

A presença contínua dos Estados Unidos na Venezuela, segundo Trump, depende de desdobramentos futuros, citando a condução da administração venezuelana, sob comando de Rodríguez.
"Depende do que acontecer. Depende um pouco da nova administração, se é que podemos chamá-la assim."

Republicano não vê relações estremecidas com Pequim

Trump acredita que sua operação militar na Venezuela não afetará as relações com o líder chinês Xi Jinping.
"Não acho. Tenho um ótimo relacionamento. Nós temos o poder das tarifas, e ele tem outros poderes sobre nós."
Mais cedo, o Ministério das Relações Exteriores da China pediu para que os Estados Unidos libertassem imediatamente Maduro e a primeira-dama venezuelana, Cilia Flores, além de cessar "a tentativa de derrubar o governo" de Caracas.

Trump volta a reivindicar Groenlândia

O presidente norte-americano afirmou que a União Europeia supostamente precisa que os Estados Unidos fiquem com a Groenlândia do ponto de vista da segurança nacional.
"Precisamos da Groenlândia, do ponto de vista da segurança nacional, e a União Europeia precisa que a tenhamos", disse Trump a jornalistas.
Trump também reiterou suas alegações de que navios chineses e russos teriam cercado a ilha dinamarquesa.
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