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Presidente Díaz-Canel denuncia mortes de cubanos durante ataque dos EUA na Venezuela

© AP Photo / Ramon EspinosaO presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, durante participação em um ato contra o sequestro de Nicolás Maduro, em janeiro de 2026
O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, durante participação em um ato contra o sequestro de Nicolás Maduro, em janeiro de 2026 - Sputnik Brasil, 1920, 04.01.2026
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O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, declarou neste domingo (4) que cidadãos do país morreram no ataque feito pelos Estados Unidos contra a Venezuela, no qual seu homólogo, Nicolás Maduro, foi sequestrado.

"Honra e glória aos bravos combatentes cubanos que tombaram confrontando terroristas em uniformes imperiais, que sequestraram e expulsaram ilegalmente de seu país o presidente da Venezuela e sua esposa [Cilia Flores], cujas vidas eles ajudavam a proteger a pedido daquela nação irmã."

Pelas redes sociais, o chefe de Estado expressou solidariedade às famílias das vítimas.
"Ao abraçar suas famílias e amigos neste momento trágico, reitero meu grande carinho, admiração e orgulho por eles e por sua conduta heroica."
Manifestante segura uma figura de ação do Super Bigote durante um protesto exigindo a libertação de Nicolás Maduro, em Caracas. Venezuela, 4 de janeiro de 2026 - Sputnik Brasil, 1920, 04.01.2026
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Estima-se que ao menos 80 pessoas tenham morrido, incluindo mais de 30 cubanos, segundo informações divulgadas pelo governo de Cuba em um complemento ao pronunciamento de Díaz-Canel nas redes sociais.

"Como resultado do ataque criminoso perpetrado pelo governo dos Estados Unidos contra a República Bolivariana da Venezuela, país irmão, na madrugada de 3 de janeiro de 2026, 32 cubanos que realizavam missões em nome das Forças Armadas Revolucionárias e do Ministério do Interior, a pedido das autoridades competentes do país sul-americano, foram mortos em combate", afirmou o governo em comunicado publicado pelo jornal Granma.

Mais cedo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou a jornalistas que não acredita ser necessária qualquer ação contra Cuba para que o país "caia".

"Cuba está prestes a cair. Cuba parece estar prestes a cair. Acho que simplesmente vai cair. Não acho que precisemos de nenhuma ação."

No último sábado (3), Washington lançou um ataque contra Caracas, que não só causou danos a edifícios, como também mortes e resultou no rapto de Maduro e da primeira-dama para os Estados Unidos.
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