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Ato de 'banditismo': Rússia condena ataque dos EUA à Venezuela no Conselho de Segurança da ONU
Ato de 'banditismo': Rússia condena ataque dos EUA à Venezuela no Conselho de Segurança da ONU
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O representante permanente da Rússia na Organização das Nações Unidas (ONU), Vasily Nebenzya, classificou, nesta segunda-feira (5), o sequestro do presidente... 05.01.2026, Sputnik Brasil
2026-01-05T12:58-0300
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Durante reunião do Conselho de Segurança da organização, convocada pela delegação da Colômbia, Nebenzya afirmou que o rapto de Maduro e da esposa, Cilia Flores, pode ser interpretado como um prenúncio de um retorno à era de ilegalidade e dominação dos Estados Unidos.A ação, ainda de acordo com o representante russo, foi agravada com a morte de dezenas de cidadãos cubanos e venezuelanos. Segundo a mídia norte-americana, ao menos 80 pessoas foram mortas durante o sequestro, enquanto Havana alega que 32 dessas vítimas eram de Cuba.Nebenzya pediu aos Estados Unidos para libertar Maduro e Flores, destacando que o presidente venezuelano foi eleito legitimamente em um Estado independente. O diplomata destacou que quaisquer diferenças entre Caracas e Washington devem ser solucionadas por meio do diálogo, como estipula a Carta das Nações Unidas.O representante russo reforçou também que não se pode permitir que os EUA se proclamem uma espécie de juiz supremo do mundo, com direito de invadir países e rotular culpados para impor as próprias punições.
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Ato de 'banditismo': Rússia condena ataque dos EUA à Venezuela no Conselho de Segurança da ONU
12:58 05.01.2026 (atualizado: 18:32 05.01.2026) O representante permanente da Rússia na Organização das Nações Unidas (ONU), Vasily Nebenzya, classificou, nesta segunda-feira (5), o sequestro do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, como um ato de banditismo, afirmando que não pode haver qualquer justificativa para o crime cometido de forma cínica pelos EUA em Caracas.
Durante reunião do Conselho de Segurança da organização, convocada pela delegação da Colômbia, Nebenzya afirmou que o
rapto de Maduro e da esposa, Cilia Flores, pode ser interpretado como um
prenúncio de um retorno à era de ilegalidade e dominação dos Estados Unidos.
A ação, ainda de acordo com o representante russo,
foi agravada com a morte de dezenas de cidadãos cubanos e venezuelanos. Segundo a mídia norte-americana,
ao menos 80 pessoas foram mortas durante o sequestro, enquanto
Havana alega que 32 dessas vítimas eram de Cuba.Nebenzya pediu aos Estados Unidos para libertar Maduro e Flores, destacando que o presidente venezuelano foi eleito legitimamente em um Estado independente. O diplomata destacou que quaisquer diferenças entre Caracas e Washington devem ser solucionadas por meio do diálogo, como estipula a Carta das Nações Unidas.
O representante russo reforçou também que não se pode permitir que os EUA se proclamem uma espécie de juiz supremo do mundo, com direito de invadir países e rotular culpados para impor as próprias punições.
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