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Trump diz que EUA não estão em guerra com a Venezuela e rechaça eleições no país nos próximos dias

© AP Photo / Alex BrandonO presidente norte-americano, Donald Trump, discursa durante reunião com o presidente argentino, Javier Milei, na Sala do Gabinete da Casa Branca, em Washington, D.C., em 14 de outubro de 2025
O presidente norte-americano, Donald Trump, discursa durante reunião com o presidente argentino, Javier Milei, na Sala do Gabinete da Casa Branca, em Washington, D.C., em 14 de outubro de 2025 - Sputnik Brasil, 1920, 05.01.2026
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Em entrevista que durou pouco mais de 20 minutos a um canal de TV norte-americano, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deu declarações a respeito dos próximos passos de Washington em relação a Caracas.
Trump afirmou ao canal NBC News que os EUA não estão em guerra com a Venezuela. "Estamos em guerra com quem vende drogas. Estamos em guerra com quem despeja seus presos em nosso país, seus viciados em drogas e seus pacientes de hospitais psiquiátricos", justificou.
O presidente norte-americano também rechaçou a possibilidade de eleições nos próximos 30 dias e ressaltou que Washington "precisa consertar o país [Venezuela] primeiro". Perguntado sobre quem comandará a Venezuela neste momento, ele foi enfático: "Eu."
Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, é transportado por agentes da Administração de Repressão às Drogas (DEA, em inglês), em 5 de janeiro de 2026, Nova York, EUA - Sputnik Brasil, 1920, 05.01.2026
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De acordo com ele, a Venezuela será supervisionada por um grupo do alto escalão do governo norte-americano, entre eles o secretário de Estado Marco Rubio, o secretário de Defesa Pete Hegseth, o vice-chefe de gabinete da Casa Branca Stephen Miller e o vice-presidente J.D. Vance.
Além disso, ele afirmou que os EUA podem subsidiar a reconstrução de infraestruturas energéticas e de petróleo em Caracas, em um movimento que, segundo ele, não demoraria mais que 18 meses.
Questionado se houve algum acordo com alguma autoridade da Venezuela para remover Maduro, Trump respondeu que "muita gente" gostaria de fazer um acordo, mas que ação que retirou Maduro à força de Caracas ocorreu sem a ajuda do círculo íntimo do presidente venezuelano.
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