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Embaixador dos EUA na ONU diz que ações contra a Venezuela foram 'aplicação da lei', não guerra
Embaixador dos EUA na ONU diz que ações contra a Venezuela foram 'aplicação da lei', não guerra
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Os Estados Unidos não estão em guerra contra a Venezuela e nem ocupam o país, afirmou nesta segunda-feira (5) o embaixador dos EUA na Organização das Nações... 05.01.2026, Sputnik Brasil
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Na sequência, o diplomata afirmou que Washington se opõe à suposta tentativa de tornar o hemisfério ocidental um posto avançado de seus adversários. "Não vamos permitir que o hemisfério ocidental seja usado como base de operações para os adversários, competidores e rivais dos Estados Unidos. Não se pode transformar a Venezuela em um centro de operações para o Irã, para o Hezbollah ou para gangues", disse, ao acrescentar que os Estados Unidos querem um futuro melhor para a Venezuela.Em 3 de janeiro, os EUA realizaram um ataque de grande escala contra a Venezuela. O presidente do país, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, foram sequestrados e levados para Nova York. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que Maduro e Flores serão julgados, sob a alegação de envolvimento com "narcoterrorismo" e de representarem ameaça, inclusive, aos EUA.Em resposta à operação norte-americana, Caracas solicitou uma reunião de emergência na ONU. O Supremo Tribunal da Venezuela transferiu temporariamente as funções de chefe de Estado para a vice-presidente Delcy Rodríguez.O Ministério das Relações Exteriores da Rússia expressou solidariedade ao povo venezuelano, pediu a libertação de Maduro e de sua esposa e defendeu que não haja escalada da situação. Em Pequim, após Moscou, autoridades também pediram a libertação imediata do presidente venezuelano e de sua esposa, ressaltando que as ações dos EUA violam o direito internacional. A chancelaria da Coreia do Norte também criticou as ações americanas.
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Embaixador dos EUA na ONU diz que ações contra a Venezuela foram 'aplicação da lei', não guerra
13:39 05.01.2026 (atualizado: 17:50 05.01.2026) Os Estados Unidos não estão em guerra contra a Venezuela e nem ocupam o país, afirmou nesta segunda-feira (5) o embaixador dos EUA na Organização das Nações Unidas (ONU), Mike Waltz, durante reunião de emergência no Conselho de Segurança.
"Não há guerra contra a Venezuela ou seu povo. Não estamos ocupando um país. Foi uma operação de aplicação da lei em apoio a acusações legais que existem há décadas", declarou Waltz.
Na sequência, o diplomata afirmou que Washington se opõe à suposta tentativa de tornar o hemisfério ocidental um
posto avançado de seus adversários.
"Não vamos permitir que o hemisfério ocidental seja usado como base de operações para os adversários, competidores e rivais dos Estados Unidos. Não se pode transformar a Venezuela em um centro de operações para o Irã, para o Hezbollah ou para gangues", disse, ao acrescentar que os Estados Unidos querem um futuro melhor para a Venezuela.
Em 3 de janeiro, os EUA realizaram um ataque de grande escala contra a Venezuela. O
presidente do país, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, foram sequestrados e levados para Nova York. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que
Maduro e Flores serão julgados, sob a alegação de envolvimento com "narcoterrorismo" e de representarem ameaça, inclusive, aos EUA.
Em resposta à
operação norte-americana, Caracas solicitou uma reunião de emergência na ONU. O Supremo Tribunal da Venezuela transferiu temporariamente as funções de chefe de Estado para a vice-presidente Delcy Rodríguez.
O Ministério das Relações Exteriores da Rússia expressou solidariedade ao povo venezuelano, pediu a libertação de Maduro e de sua esposa e defendeu que não haja escalada da situação.
Em Pequim, após Moscou, autoridades também pediram a libertação imediata do presidente venezuelano e de sua esposa, ressaltando que as ações dos EUA violam o direito internacional. A chancelaria da Coreia do Norte também criticou as ações americanas.
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