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Exportações brasileiras batem recorde histórico em 2025: US$ 349 bi
Exportações brasileiras batem recorde histórico em 2025: US$ 349 bi
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As exportações brasileiras atingiram recorde histórico em 2025 e somaram US$ 348,7 bilhões (1,87 trilhão), superando em US$ 9 bilhões (R$ 48 bilhões) o recorde... 06.01.2026, Sputnik Brasil
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Na comparação com 2024, o aumento foi de 3,5%, em 2025. Em volume, o crescimento foi de 5,7%. Esse último percentual é mais do que o dobro do previsto pela Organização Mundial do Comércio (OMC) para o crescimento global em 2025, de 2,4%. Ainda segundo a pasta, mais de 40 mercados registraram recorde de compras de produtos brasileiros em 2025, com destaque para Canadá, Índia, Turquia, Paraguai, Uruguai, Suíça, Paquistão e Noruega. As importações também bateram recorde em 2025, alcançando US$ 280,4 bi, valor 6,7% superior ao de 2024 e quase US$ 8 bilhões (R$ 43 bilhões) acima do recorde anterior, de 2022. A corrente de comércio somou US$ 629,1 bi (R$ 3,38 trilhões), chegando ao maior patamar já registrado e aumento de 4,9% sobre o ano passado. O superávit ficou em US$ 68,3 bilhões (R$ 367 bilhões), terceiro maior da série histórica, atrás de 2023 e 2024. No ano, as exportações da indústria de transformação cresceram 3,8% em valor, influenciadas pelo aumento de 6% em volume, alcançando o montante recorde de US$ 189 bilhões (cerca de R$ 1 bilhão).Já a indústria extrativa registrou aumento de 8% no volume exportado. Minério de ferro (416 milhões de toneladas) e petróleo (98 milhões de toneladas) bateram recordes de embarque. Os bens agropecuários cresceram 3,4% em volume e 7,1% em valor. O café verde atingiu valor recorde (US$ 14,9 bilhões, R$ 80,6 bilhões), enquanto a soja registrou volume recorde (108 milhões de toneladas), assim como o algodão em bruto (3 milhões de toneladas). Em relação aos destinos, a exportação para a China cresceu 6% e atingiu US$ 100 bilhões (R$ 538 bilhões), impulsionada por soja, carne bovina, açúcar, celulose e ferro‑gusa. Para a União Europeia, o crescimento foi de 3,2%, com destaque para café, carne bovina, minério de cobre, milho e aeronaves. Para a Argentina, as exportações cresceram 31,4%, impulsionadas pelo setor automotivo. Para os Estados Unidos, houve queda de 6,6% no ano, concentrada entre agosto e dezembro, como resultado do tarifaço imposto pelo governo norte-americano a parte dos produtos brasileiros. A maior redução ocorreu em outubro (–35,4%). Em dezembro, porém, houve melhora, com queda de apenas 7,2% e embarques acima de US$ 3 bilhões (US$ 3,4 bi).
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Exportações brasileiras batem recorde histórico em 2025: US$ 349 bi
16:59 06.01.2026 (atualizado: 18:52 06.01.2026) As exportações brasileiras atingiram recorde histórico em 2025 e somaram US$ 348,7 bilhões (1,87 trilhão), superando em US$ 9 bilhões (R$ 48 bilhões) o recorde anterior, de 2023, de acordo com dados divulgados nesta terça-feira (6/1) pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC).
Na comparação com 2024, o aumento foi de 3,5%, em 2025. Em volume, o crescimento foi de 5,7%. Esse último percentual é mais do que o dobro do previsto pela Organização Mundial do Comércio (OMC) para o crescimento global em 2025, de 2,4%.
Ainda segundo a pasta, mais de 40 mercados registraram recorde de compras de produtos brasileiros em 2025, com destaque para Canadá, Índia, Turquia, Paraguai, Uruguai, Suíça, Paquistão e Noruega.
As importações também bateram recorde em 2025, alcançando US$ 280,4 bi, valor 6,7% superior ao de 2024 e quase US$ 8 bilhões (R$ 43 bilhões) acima do recorde anterior, de 2022.
A corrente de comércio somou US$ 629,1 bi (R$ 3,38 trilhões), chegando ao maior patamar já registrado e aumento de 4,9% sobre o ano passado.
O superávit ficou em US$ 68,3 bilhões (R$ 367 bilhões), terceiro maior da série histórica, atrás de 2023 e 2024. No ano, as exportações da indústria de transformação cresceram 3,8% em valor, influenciadas pelo aumento de 6% em volume, alcançando o montante recorde de US$ 189 bilhões (cerca de R$ 1 bilhão).
Já a indústria extrativa registrou aumento de 8% no volume exportado. Minério de ferro (416 milhões de toneladas) e petróleo (98 milhões de toneladas) bateram recordes de embarque. Os bens agropecuários cresceram 3,4% em volume e 7,1% em valor.
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café verde atingiu valor recorde (US$ 14,9 bilhões, R$ 80,6 bilhões), enquanto a soja registrou volume recorde (108 milhões de toneladas), assim como o algodão em bruto (3 milhões de toneladas).
Em relação aos destinos, a exportação para a China cresceu 6% e atingiu US$ 100 bilhões (R$ 538 bilhões), impulsionada por soja, carne bovina, açúcar, celulose e ferro‑gusa.
Para a União Europeia, o crescimento foi de 3,2%, com destaque para café, carne bovina, minério de cobre, milho e aeronaves. Para a Argentina, as exportações cresceram 31,4%, impulsionadas pelo setor automotivo.
Para os Estados Unidos, houve queda de 6,6% no ano, concentrada entre agosto e dezembro, como resultado do
tarifaço imposto pelo governo norte-americano a parte dos produtos brasileiros. A maior redução ocorreu em outubro (–35,4%). Em dezembro, porém, houve melhora, com queda de apenas 7,2% e embarques acima de US$ 3 bilhões (US$ 3,4 bi).
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