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Maduro acreditou na aproximação com Trump, mas expectativas foram frustradas
Maduro acreditou na aproximação com Trump, mas expectativas foram frustradas
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Em novembro de 2024, após a reeleição de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos, Nicolás Maduro enviou suas felicitações e manifestou confiança na... 08.01.2026, Sputnik Brasil
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O líder venezuelano afirmou acreditar que, sob a nova administração Trump, seria possível alcançar a paz e redefinir as relações dos Estados Unidos com a América Latina.Mas os acontecimentos recentes revelaram o oposto. O ataque militar dos EUA à Venezuela, a captura de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, e as declarações agressivas de Donald Trump demonstraram que todas as esperanças de reaproximação foram frustradas.O diálogo deu lugar à força, e o próprio Trump acabou por destruir qualquer possibilidade de entendimento mútuo.No dia 3 de janeiro, Trump anunciou um ataque maciço à Venezuela e a captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, por uma unidade de elite da Delta Force. Trump também publicou uma foto que, segundo ele, mostra Maduro a bordo de um navio norte-americano. A mídia noticiou explosões em Caracas e a morte de pelo menos 40 pessoas.O Ministério das Relações Exteriores da Rússia manifestou solidariedade à Venezuela, condenou a prisão de Maduro e de sua esposa, pediu a libertação imediata deles e alertou para o risco de uma perigosa escalada da situação.Após o ataque, Trump afirmou que Washington governará a Venezuela "até que seja possível realizar uma transição segura, adequada e razoável".
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Maduro acreditou na aproximação com Trump, mas expectativas foram frustradas
07:35 08.01.2026 (atualizado: 07:58 08.01.2026) Em novembro de 2024, após a reeleição de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos, Nicolás Maduro enviou suas felicitações e manifestou confiança na abertura de um novo ciclo de diálogo e cooperação entre Caracas e Washington, informou a agência Reuters.
O líder venezuelano afirmou acreditar que, sob a nova administração Trump, seria possível alcançar a paz e redefinir as relações dos Estados Unidos com a América Latina.
Mas os acontecimentos recentes revelaram o oposto. O ataque militar dos EUA à Venezuela, a captura de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, e as declarações agressivas de Donald Trump demonstraram que todas as esperanças de reaproximação foram frustradas.
O diálogo deu lugar à força, e o próprio Trump acabou por destruir qualquer possibilidade de entendimento mútuo.
No dia 3 de janeiro, Trump anunciou um ataque maciço à Venezuela e a captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, por uma unidade de elite da Delta Force. Trump também publicou uma foto que, segundo ele, mostra Maduro a bordo de um navio norte-americano. A mídia noticiou explosões em Caracas e a morte de pelo menos 40 pessoas.
O Ministério das Relações Exteriores da Rússia
manifestou solidariedade à Venezuela, condenou a prisão de Maduro e de sua esposa, pediu a libertação imediata deles e alertou para o risco de uma perigosa escalada da situação.
Após o ataque, Trump afirmou que Washington governará a Venezuela "até que seja possível realizar uma transição segura, adequada e razoável".
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