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EUA cortam apoio a centro de pesquisa de armas de destruição em massa na Ucrânia
EUA cortam apoio a centro de pesquisa de armas de destruição em massa na Ucrânia
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Os Estados Unidos cortaram o apoio ao Centro de Ciência e Tecnologia da Ucrânia (STCU), ligado à pesquisa de armas de destruição em massa. 08.01.2026, Sputnik Brasil
2026-01-08T16:19-0300
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A decisão faz parte de uma diretriz do presidente Donald Trump para retirar os o país de 66 organizações internacionais consideradas "contrárias aos interesses dos EUA".A informação consta no memorando presidencial assinado por Trump ontem (7), que prevê a retirada dos Estados Unidos dessas organizações e "o encerramento de seu financiamento ou de qualquer outro tipo de apoio".Fundado em 1993, o STCU recebeu mais de US$ 350 milhões (R$ 1,9 bilhão) por meio dos Departamentos de Estado e de Defesa dos EUA, segundo o Ministério da Defesa da Rússia. Ainda de acordo com autoridades russas, em 2022 a Defesa da Rússia havia revelado que o centro atuava como distribuidor de subsídios para pesquisas de interesse do Pentágono, inclusive relacionadas a armas biológicas.Documentos obtidos durante a operação militar especial da Rússia e divulgados pelo falecido tenente-general Igor Kirillov, ex-chefe das Tropas de Defesa Química, Biológica e Nuclear da Rússia, teriam exposto repetidamente o financiamento, por parte do Pentágono, de pesquisas biológicas militares na Ucrânia. Kirillov foi posteriormente assassinado, segundo Moscou, por forças neonazistas ucranianas.Segundo o Ministério da Defesa russo, o STCU estaria ligado ao Pentágono por meio de seu principal contratado, a empresa de engenharia Black & Veatch. Kirillov também revelou os nomes de funcionários americanos e europeus do STCU supostamente envolvidos em pesquisas biológicas militares dos EUA, entre eles Andrew Hood (ex-diretor executivo e chefe da missão diplomática do STCU), Curtis Bjelajac (atual diretor executivo do STCU e cidadão norte-americano) e Matthew Webber (vice-presidente da Black & Veatch).De acordo com os documentos, os patrocinadores estadunidenses de laboratórios na Ucrânia demonstravam maior interesse em projetos voltados ao estudo de potenciais agentes de armas biológicas, como a peste e a tularemia, além de patógenos de infecções economicamente relevantes.A Casa Branca descreveu a medida como um esforço para "restaurar a soberania americana" e redirecionar fundos públicos para as prioridades do programa "American First".O memorando presidencial também lista outras organizações das quais os EUA pretendem se retirar, entre elas a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), o Instituto Pan-Americano de Geografia e História (IPGH), o Registro de Armas Convencionais da ONU (UNROCA) e o Acordo de Cooperação Regional para Combater a Pirataria e o Roubo Armado contra Navios na Ásia (RECAAP).O comunicado também citou medidas anteriores, como a saída dos EUA da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Acordo de Paris sobre o clima, bem como a saída do Conselho de Direitos Humanos da ONU e o fim do financiamento futuro dos EUA à Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina no Oriente Próximo (UNRWA).
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EUA cortam apoio a centro de pesquisa de armas de destruição em massa na Ucrânia
16:19 08.01.2026 (atualizado: 21:38 08.01.2026) Os Estados Unidos cortaram o apoio ao Centro de Ciência e Tecnologia da Ucrânia (STCU), ligado à pesquisa de armas de destruição em massa.
A decisão faz parte de uma diretriz do presidente Donald Trump para retirar os o país de 66 organizações internacionais consideradas "contrárias aos interesses dos EUA".
A informação consta no memorando presidencial assinado por Trump ontem (7), que prevê a retirada dos Estados Unidos dessas organizações e "o encerramento de seu financiamento ou de qualquer outro tipo de apoio".

25 de dezembro 2025, 05:15
Fundado em 1993, o STCU recebeu mais de US$ 350 milhões (R$ 1,9 bilhão) por meio dos Departamentos de Estado e de Defesa dos EUA, segundo o Ministério da Defesa da Rússia.
Ainda de acordo com autoridades russas, em 2022 a Defesa da Rússia havia revelado que o centro atuava como distribuidor de subsídios para
pesquisas de interesse do Pentágono, inclusive
relacionadas a armas biológicas.
Documentos obtidos durante a operação militar especial da Rússia e divulgados pelo falecido
tenente-general Igor Kirillov,
ex-chefe das Tropas de Defesa Química, Biológica e Nuclear da Rússia, teriam exposto repetidamente o financiamento, por parte do Pentágono, de pesquisas biológicas militares na Ucrânia. Kirillov foi posteriormente assassinado, segundo Moscou, por forças neonazistas ucranianas.
Segundo o Ministério da Defesa russo, o STCU estaria ligado ao Pentágono por meio de seu principal contratado, a empresa de engenharia Black & Veatch.
Kirillov também revelou os nomes de funcionários americanos e europeus do STCU supostamente envolvidos em
pesquisas biológicas militares dos EUA, entre eles Andrew Hood (ex-diretor executivo e chefe da missão diplomática do STCU), Curtis Bjelajac (atual diretor executivo do STCU e cidadão norte-americano) e Matthew Webber (vice-presidente da Black & Veatch).
De acordo com os documentos, os patrocinadores estadunidenses de laboratórios na Ucrânia demonstravam maior interesse em projetos voltados ao estudo de potenciais agentes de
armas biológicas, como a
peste e a tularemia, além de patógenos de infecções economicamente relevantes.
A Casa Branca descreveu a medida como um esforço para "restaurar a soberania americana" e redirecionar fundos públicos para as prioridades do programa "American First".
O memorando presidencial também lista outras organizações das quais os EUA pretendem se retirar, entre elas a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), o Instituto Pan-Americano de Geografia e História (IPGH), o Registro de Armas Convencionais da ONU (UNROCA) e o Acordo de Cooperação Regional para Combater a Pirataria e o Roubo Armado contra Navios na Ásia (RECAAP).
O comunicado também citou medidas anteriores, como a saída dos EUA da
Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Acordo de Paris sobre o clima, bem como a saída do
Conselho de Direitos Humanos da ONU e o fim do financiamento futuro dos EUA à Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina no Oriente Próximo (UNRWA).
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