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Países da União Europeia ratificam acordo comercial com o Mercosul
Países da União Europeia ratificam acordo comercial com o Mercosul
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Expectativa que Ursula von der Leyen assine o acordo no Paraguai semana que vem. Contudo, o tratado ainda precisa ser ratificado no Congresso Nacional de cada... 09.01.2026, Sputnik Brasil
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A União Europeia formou maioria para aprovar o acordo comercial com o Mercosul nesta sexta-feira (9) apesar de indignação por parte da França. Efetivamente, a aprovação do acordo entre os dois blocos cria a maior zona de livre comércio do mundo e permite que a presidente da UE, Ursula von der Leyen, assine o tratado semana que vem em Assunção, no Paraguai.Segundo jornais europeus, o voto da Itália foi o que deu maioria para aprovação do acordo após sinalizar satisfeita com as concessões feitas aos agricultores nos últimos dias. França, Polônia, Áustria, Hungria e Irlanda mantiveram-se contrárias ao acordo, enquanto a Bélgica decidiu se abster.Nas redes sociais, o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, também comemorou a ratificação do acordo. "Em um cenário internacional de crescente protecionismo e unilateralismo, o acordo é uma sinalização em favor do comércio internacional como fator para o crescimento econômico", disse Lula.Ainda assim, o acordo precisa ter o aval do Parlamento Europeu para a parte comercial do pacto, o que pode demorar semanas e será necessário aprovação dos deputados do Parlamento. Na América do Sul, cada país do Mercosul precisará ratificar o acordo em seu respectivo Congresso Nacional.
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Países da União Europeia ratificam acordo comercial com o Mercosul
14:00 09.01.2026 (atualizado: 14:40 09.01.2026) Expectativa que Ursula von der Leyen assine o acordo no Paraguai semana que vem. Contudo, o tratado ainda precisa ser ratificado no Congresso Nacional de cada país do Mercosul e no Parlamento Europeu.
A União Europeia formou maioria para aprovar o acordo comercial com o Mercosul nesta sexta-feira (9) apesar de indignação por parte da França. Efetivamente, a aprovação do acordo entre os dois blocos cria a maior zona de livre comércio do mundo e permite que a presidente da UE, Ursula von der Leyen, assine o tratado semana que vem em Assunção, no Paraguai.
Segundo jornais europeus,
o voto da Itália foi o que deu maioria para aprovação do acordo após sinalizar satisfeita com as concessões feitas aos agricultores nos últimos dias.
França, Polônia, Áustria, Hungria e Irlanda mantiveram-se contrárias ao acordo, enquanto a Bélgica decidiu se abster.
Nas redes sociais,
o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, também comemorou a ratificação do acordo. "Em um cenário internacional de crescente protecionismo e unilateralismo, o acordo é uma sinalização em favor do comércio internacional como fator para o crescimento econômico", disse Lula.
Ainda assim, o acordo precisa ter o aval do
Parlamento Europeu para a parte comercial do pacto, o que pode demorar semanas e será necessário aprovação dos deputados do Parlamento. Na América do Sul, cada país do Mercosul precisará ratificar o acordo em seu respectivo Congresso Nacional.
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