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Petroleiro é apreendido em parceria com Venezuela, diz Trump; '30 milhões de barris a caminho dos EUA'

© AP Photo / Matias DelacroixO petroleiro Evana atracado no porto El Palito em Puerto Cabello, Venezuela, 21 de dezembro de 2025
O petroleiro Evana atracado no porto El Palito em Puerto Cabello, Venezuela, 21 de dezembro de 2025 - Sputnik Brasil, 1920, 09.01.2026
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O presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou através do Truth Social que a apreensão foi realizada em conjunto com as "autoridades interinas da Venezuela". Segundo Trump, o petroleiro navegou sem sua aprovação.

"Este petroleiro está retornando à Venezuela, e o petróleo será vendido através do Grande Acordo Energético que criamos para este tipo de venda", afirmou.

Mais cedo em encontro com companhias petrolíferas americanas ele informou que estas terão que investir centenas de milhões de dólares na Venezuela.
"Alguns de vocês terão que desembolsar centenas de milhões de dólares", disse Trump durante uma reunião com os chefes de empresas americanas de petróleo e gás.
Trump também afirmou que a Venezuela forneceu 30 milhões de barris de petróleo ao seu país:

"Trinta milhões de barris de petróleo foram entregues a nós pela Venezuela. Eles valem cerca de US$ 4 bilhões [cerca de R$ 21,6 bilhões] e estão a caminho dos EUA neste momento", disse o presidente durante uma reunião com executivos de empresas de petróleo e gás.

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Segundo ele, parte do dinheiro retornará à Venezuela.
Trump também declarou que seu governo é quem vai decidir quais empresas petrolíferas poderão operar na Venezuela.

"Vamos tomar a decisão sobre quais petroleiras vão entrar na Venezuela, vamos fechar o acordo", disse ele aos empresários. "Vocês estão negociando diretamente conosco, não estão negociando com a Venezuela de forma alguma, não queremos que negociem com a Venezuela e terão total segurança. Uma das razões pelas quais não podiam trabalhar na Venezuela é que não tinham garantias. Mas agora têm total segurança", afirmou Trump.

Mais cedo, o governo venezuelano anunciou o início de uma fase diplomática exploratória com os Estados Unidos, visando restabelecer a presença de missões nacionais em ambos os países.
Os Estados Unidos invadiram a Venezuela e sequestraram seu presidente, Nicolás Maduro, no dia 3 de janeiro. Horas após o ataque, Trump afirmou que os EUA vão administrar a Venezuela até que haja uma "transição adequada" e que não considera novos ataques, se a vice-presidente venezuelana, Delcy Rodríguez, "fizer o que Washington quer".
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