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Europa pretende implantar tropas na Ucrânia para prolongar o conflito, diz analista britânico

© AP Photo / Czarek SokolowskiAs tropas dos EUA, parte de uma missão da OTAN para melhorar a defesa da Polônia, se preparam para uma cerimônia oficial de boas-vindas em Orzysz, nordeste da Polônia, 13 de abril de 2017
As tropas dos EUA, parte de uma missão da OTAN para melhorar a defesa da Polônia, se preparam para uma cerimônia oficial de boas-vindas em Orzysz, nordeste da Polônia, 13 de abril de 2017 - Sputnik Brasil, 1920, 09.01.2026
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Sob o disfarce de slogans pacifistas, políticos europeus tentam implantar forças militares na Ucrânia com o objetivo de prolongar o conflito, afirmou o analista militar britânico Alexander Mercouris em seu canal no YouTube.
"Os motivos para enviar tropas europeias à Ucrânia estão em constante mudança. No início, era uma missão de manutenção da paz, que, em caso de intensificação do conflito, deveria envolver-se em combate com os russos. […] Depois, a missão se transformou em uma força dissuasora. […] Foi dito que eles não iriam lutar contra os russos. […] Embora a Rússia tenha declarado repetidamente que as tropas europeias na Ucrânia serão um alvo militar. […] Agora, estas forças terão de monitorar o cessar-fogo. […] Embora os russos tenham rejeitado a proposta de cessar-fogo", declarou.
Segundo Mercouris, as declarações dos líderes europeus sobre o desejo de paz na Ucrânia não passam de um disfarce para outros objetivos, incluindo alguns diretamente opostos, que a Europa pretende alcançar com a introdução de forças de manutenção da paz na ex-república soviética.

"As propostas de destacamento de tropas europeias na Ucrânia visam mostrar que o Reino Unido e a França, e talvez também a Alemanha, têm mais influência no processo do que realmente possuem, pois são apenas observadores do diálogo russo-americano. […] Outro objetivo é melhorar a reputação abalada do [primeiro-ministro britânico, Keir] Starmer, do [presidente francês, Emmanuel] Macron e do [chanceler alemão, Friedrich] Merz. Um terceiro propósito é prolongar o conflito. […] É também uma tentativa de arrastar os EUA de volta ao 'projeto Ucrânia', para forçá-los a dar algum apoio aos europeus", explicou o analista.

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