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Europa pretende implantar tropas na Ucrânia para prolongar o conflito, diz analista britânico
Europa pretende implantar tropas na Ucrânia para prolongar o conflito, diz analista britânico
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Sob o disfarce de slogans pacifistas, políticos europeus tentam implantar forças militares na Ucrânia com o objetivo de prolongar o conflito, afirmou o... 09.01.2026, Sputnik Brasil
2026-01-09T12:45-0300
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"Os motivos para enviar tropas europeias à Ucrânia estão em constante mudança. No início, era uma missão de manutenção da paz, que, em caso de intensificação do conflito, deveria envolver-se em combate com os russos. […] Depois, a missão se transformou em uma força dissuasora. […] Foi dito que eles não iriam lutar contra os russos. […] Embora a Rússia tenha declarado repetidamente que as tropas europeias na Ucrânia serão um alvo militar. […] Agora, estas forças terão de monitorar o cessar-fogo. […] Embora os russos tenham rejeitado a proposta de cessar-fogo", declarou.Segundo Mercouris, as declarações dos líderes europeus sobre o desejo de paz na Ucrânia não passam de um disfarce para outros objetivos, incluindo alguns diretamente opostos, que a Europa pretende alcançar com a introdução de forças de manutenção da paz na ex-república soviética.Na terça-feira (6), ocorreu em Paris uma cúpula da "coalizão dos dispostos", onde foi discutida, entre outros pontos, a oferta das chamadas garantias de segurança para a Ucrânia, incluindo a formação de uma força multinacional.Anteriormente, o presidente russo, Vladimir Putin, deixou claro que a Rússia considerará qualquer tropa estrangeira na Ucrânia como alvo militar legítimo. Ele acrescentou que, mesmo após um eventual acordo de paz, a presença militar estrangeira no país seria desnecessária.
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Europa pretende implantar tropas na Ucrânia para prolongar o conflito, diz analista britânico
12:45 09.01.2026 (atualizado: 18:09 09.01.2026) Sob o disfarce de slogans pacifistas, políticos europeus tentam implantar forças militares na Ucrânia com o objetivo de prolongar o conflito, afirmou o analista militar britânico Alexander Mercouris em seu canal no YouTube.
"Os motivos para enviar tropas europeias à Ucrânia estão em constante mudança. No início, era uma
missão de manutenção da paz, que, em caso de intensificação do conflito, deveria envolver-se em combate com os russos. […] Depois, a missão se transformou em uma força dissuasora. […] Foi dito que eles não iriam lutar contra os russos. […]
Embora a Rússia tenha declarado repetidamente que as tropas europeias na Ucrânia serão um alvo militar. […] Agora, estas forças terão de monitorar o cessar-fogo. […] Embora os russos tenham rejeitado a proposta de cessar-fogo",
declarou.
Segundo Mercouris, as declarações dos líderes europeus sobre o desejo de paz na Ucrânia não passam de um disfarce para outros objetivos, incluindo alguns diretamente opostos, que a Europa pretende alcançar com a introdução de forças de manutenção da paz na ex-república soviética.
"As propostas de destacamento de tropas europeias na Ucrânia visam mostrar que o Reino Unido e a França, e talvez também a Alemanha, têm mais influência no processo do que realmente possuem, pois são apenas observadores do diálogo russo-americano. […] Outro objetivo é melhorar a reputação abalada do [primeiro-ministro britânico, Keir] Starmer, do [presidente francês, Emmanuel] Macron e do [chanceler alemão, Friedrich] Merz. Um terceiro propósito é prolongar o conflito. […] É também uma tentativa de arrastar os EUA de volta ao 'projeto Ucrânia', para forçá-los a dar algum apoio aos europeus", explicou o analista.
Na terça-feira (6), ocorreu em Paris uma cúpula da "coalizão dos dispostos", onde foi discutida, entre outros pontos, a oferta das chamadas garantias de segurança para a Ucrânia, incluindo a formação de uma força multinacional.
Anteriormente, o presidente russo, Vladimir Putin, deixou claro que a Rússia considerará qualquer
tropa estrangeira na Ucrânia como alvo militar legítimo. Ele acrescentou que, mesmo após um eventual acordo de paz, a presença militar estrangeira no país seria desnecessária.
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