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Brasil cria programa para reverter falta de professores e fortalecer licenciaturas
Brasil cria programa para reverter falta de professores e fortalecer licenciaturas
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O governo Lula lançou a Política Nacional de Indução à Docência para enfrentar a escassez de professores, ampliar o acesso às licenciaturas e reduzir... 13.01.2026, Sputnik Brasil
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O governo federal lançou a Política Nacional de Indução à Docência – Mais Professores para o Brasil, criada para fortalecer a carreira docente na educação básica e enfrentar a crescente escassez de professores qualificados. A iniciativa, assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, contou com a presença dos ministros da pasta de Educação e Direitos Humanos e Cidadania, Camilo Santana e Macaé Evaristo, respectivamente.A nova política responde ao alerta de um possível "apagão docente" identificado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), especialmente em áreas como matemática, ciências e biologia. Dados do Censo da Educação Básica e do Censo da Educação Superior mostram que o país precisaria ampliar em mais de 50% o número de professores nessas disciplinas para atender à demanda atual.O desinteresse dos jovens pela carreira agrava o cenário. Apenas 2,4% dos estudantes brasileiros de 15 anos demonstram interesse em ser professores, segundo o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA). De acordo com a apuração do Brasil 247, projeções do Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de São Paulo (Semesp) indicam que o Brasil pode enfrentar um déficit de 235 mil docentes até 2040, caso não haja mudanças estruturais.A política se apoia em cinco princípios: valorização docente, estímulo à escolha da carreira, melhoria da qualidade do ensino, redução das desigualdades educacionais e garantia de equidade na formação de professores. O objetivo é tornar a profissão mais atrativa e assegurar educadores qualificados em regiões com maior carência.Entre as medidas centrais está a concessão anual de bolsas para estudantes de alto desempenho que ingressarem em licenciaturas presenciais, permitindo dedicação integral à formação. As bolsas priorizarão áreas e territórios com falta comprovada de docentes. Também haverá apoio financeiro para licenciados e bacharéis com formação pedagógica que optem por atuar em regiões críticas.Os beneficiários deverão ingressar na rede pública em até cinco anos após a conclusão do curso e permanecer no magistério por pelo menos dois anos. A política prevê ainda a criação da Prova Nacional Docente, que servirá como instrumento de apoio aos processos de seleção de professores em todo o país.Além disso, a iniciativa inclui campanhas de valorização da carreira, estímulo à participação de universitários em projetos de pesquisa e extensão em escolas públicas e ações voltadas à saúde mental de estudantes de licenciatura. Integrado a um conjunto mais amplo de políticas lançadas em 2025, o programa já alcançou 2,7 milhões de professores e impactou mais de 57 milhões de estudantes, consolidando-se como uma das principais ações federais para fortalecer o magistério.
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Brasil cria programa para reverter falta de professores e fortalecer licenciaturas
O governo Lula lançou a Política Nacional de Indução à Docência para enfrentar a escassez de professores, ampliar o acesso às licenciaturas e reduzir desigualdades na educação básica.
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governo federal lançou a Política Nacional de Indução à Docência – Mais Professores para o Brasil, criada para
fortalecer a carreira docente na educação básica e enfrentar a crescente escassez de professores qualificados. A iniciativa, assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, contou com a presença dos ministros da pasta de Educação e Direitos Humanos e Cidadania, Camilo Santana e Macaé Evaristo, respectivamente.
A nova política responde ao alerta de um possível "apagão docente" identificado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep),
especialmente em áreas como matemática, ciências e biologia.
Dados do Censo da Educação Básica e do Censo da Educação Superior mostram que o país precisaria ampliar em mais de 50% o número de professores nessas disciplinas para
atender à demanda atual.
O desinteresse dos jovens pela carreira agrava o cenário.
Apenas 2,4% dos estudantes brasileiros de 15 anos demonstram interesse em ser professores, segundo o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA). De
acordo com a apuração do Brasil 247, projeções do Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de São Paulo (Semesp) indicam que o Brasil pode
enfrentar um déficit de 235 mil docentes até 2040, caso não haja mudanças estruturais.

16 de dezembro 2025, 06:51
A política se apoia em cinco princípios: valorização docente, estímulo à escolha da carreira, melhoria da qualidade do ensino, redução das desigualdades educacionais e garantia de equidade na formação de professores. O objetivo é tornar a profissão mais atrativa e assegurar educadores qualificados em regiões com maior carência.
Entre as medidas centrais está a
concessão anual de bolsas para estudantes de alto desempenho que ingressarem em licenciaturas presenciais,
permitindo dedicação integral à formação. As bolsas priorizarão áreas e territórios com falta comprovada de docentes. Também haverá apoio financeiro para licenciados e bacharéis com formação pedagógica que optem por atuar em regiões críticas.
Os
beneficiários deverão ingressar na rede pública em até cinco anos após a conclusão do curso e permanecer no magistério por pelo menos dois anos. A política prevê ainda a criação da Prova Nacional Docente, que servirá como instrumento de apoio aos
processos de seleção de professores em todo o país.
Além disso, a iniciativa inclui campanhas de
valorização da carreira, estímulo à participação de universitários em projetos de pesquisa e extensão em escolas públicas e ações
voltadas à saúde mental de estudantes de licenciatura. Integrado a um conjunto mais amplo de políticas lançadas em 2025, o programa já alcançou 2,7 milhões de professores e impactou mais de 57 milhões de estudantes, consolidando-se como uma das principais ações federais para fortalecer o magistério.
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