https://noticiabrasil.net.br/20260113/tarifas-de-trump-so-dobraram-comercio-do-brasil-com-china-que-bate-recorde-diz-midia-46994265.html
Tarifas de Trump só dobraram comércio do Brasil com China que bate recorde, diz mídia
Tarifas de Trump só dobraram comércio do Brasil com China que bate recorde, diz mídia
Sputnik Brasil
Em 2025, o volume comercial do Brasil com a China superou US$ 170 bilhões (R$ 914,77 bilhões), o dobro do negociado com os Estados Unidos, informa o jornal O... 13.01.2026, Sputnik Brasil
2026-01-13T11:54-0300
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Segundo a publicação, o fluxo de comércio entre o Brasil e a China cresceu 8,2% em 2025 na comparação com 2024, totalizando US$ 171 bilhões (aproximadamente R$ 919,5 bilhões). Já o comércio com os EUA atingiu US$ 83 bilhões (perto de R$ 446,5 bilhões), menos da metade do volume negociado com os chineses.Mais do que isso, o comércio bilateral com a China em 2025 foi o segundo maior de toda a história das relações econômicas entre os dois países, ficando atrás apenas do recorde absoluto atingido em 2023.De acordo com dados do Conselho Empresarial Brasil-China apresentados pelo jornal, o aumento das vendas para os chineses foi puxado principalmente pelos embarques de soja, que responderam por pouco mais de um terço do valor total das exportações para o país asiático, com alta de 10% frente a 2024.Destaca-se que esse incremento no comércio com o gigante asiático foi influenciado pelas guerras tarifárias deflagradas pela administração de Donald Trump. Em particular, a imposição de pesadas tarifas comerciais pela Casa Branca forçou o governo brasileiro a diversificar seus mercados e reduzir as exportações para os EUA, ao mesmo tempo que ampliava a rota comercial para a China.A China, por sua vez, diante da política dura de Washington, chegou a interromper por algum tempo as importações de soja dos Estados Unidos, retornando ao mercado brasileiro.Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), cerca de 22% das exportações do Brasil para os EUA ainda continuam sujeitas às tarifas estabelecidas em julho do ano passado.Conforme o texto, as sobretaxas impostas por Trump ampliaram o déficit brasileiro na relação bilateral, já que poucos produtos conseguiram compensar, em outros mercados, a perda de competitividade no mercado americano.Além das exportações, o volume que o Brasil importa da China também cresceu: as importações chinesas chegaram ao recorde de US$ 70,9 bilhões (cerca de R$ 381,3 bilhões) em 2025, um aumento de 11,5% em relação a 2024.O material ressalta que "o eixo do comércio exterior brasileiro hoje tende a se voltar cada vez mais para a Ásia", já que quase um terço do intercâmbio comercial brasileiro passa pela China.De acordo com o jornal, a parcela chinesa no comércio exterior do Brasil já corresponde a 27,7% do total, que somou US$ 629 bilhões (aproximadamente R$ 3.381 bilhões) em 2025. Assim, o desempenho chinês superou o de parceiros tradicionais, como os Estados Unidos, cujas compras recuaram 6,6%.
https://noticiabrasil.net.br/20260107/brasil-amplia-exportacoes-em-2025-em-meio-a-tensoes-geopoliticas-e-tarifacos-dos-eua-afirma-midia-46828078.html
https://noticiabrasil.net.br/20260112/eua-vao-impor-tarifa-de-25-a-qualquer-pais-que-faca-negocios-com-o-ira-diz-trump-46976937.html
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Tarifas de Trump só dobraram comércio do Brasil com China que bate recorde, diz mídia
Em 2025, o volume comercial do Brasil com a China superou US$ 170 bilhões (R$ 914,77 bilhões), o dobro do negociado com os Estados Unidos, informa o jornal O Globo.
Segundo a publicação, o fluxo de comércio entre o Brasil e a China
cresceu 8,2% em 2025 na comparação com 2024, totalizando US$ 171 bilhões (aproximadamente R$ 919,5 bilhões). Já o comércio com os EUA atingiu US$ 83 bilhões (perto de R$ 446,5 bilhões),
menos da metade do volume negociado com os chineses. Mais do que isso, o comércio bilateral com a China em 2025
foi o segundo maior de toda a história das relações econômicas entre os dois países, ficando atrás apenas do recorde absoluto atingido em 2023.
De acordo com dados do Conselho Empresarial Brasil-China apresentados pelo jornal, o aumento das vendas para os chineses foi puxado principalmente pelos embarques de soja, que responderam por pouco mais de um terço do valor total das exportações para o país asiático, com alta de 10% frente a 2024.
Destaca-se que esse incremento no comércio com o gigante asiático foi influenciado pelas guerras tarifárias deflagradas pela administração de Donald Trump. Em particular, a imposição de pesadas tarifas comerciais pela Casa Branca forçou o governo brasileiro a diversificar seus mercados e reduzir as exportações para os EUA, ao mesmo tempo que ampliava a rota comercial para a China.
A China, por sua vez, diante da política dura de Washington, chegou a
interromper por algum tempo as importações de soja dos Estados Unidos,
retornando ao mercado brasileiro."No ano passado, os EUA impuseram um tarifaço a diversos países, o que levou a uma mudança nos fluxos comerciais. O Brasil exportou menos aos americanos, mas buscou diversificar mercados para mitigar os impactos", lê-se na reportagem.
Segundo o
Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), cerca de 22% das exportações do Brasil para os EUA
ainda continuam sujeitas às tarifas estabelecidas em julho do ano passado.
Conforme o texto, as sobretaxas impostas por Trump ampliaram o déficit brasileiro na relação bilateral, já que poucos produtos conseguiram compensar, em outros mercados, a perda de competitividade no mercado americano.
Além das exportações, o volume que o Brasil importa da China também cresceu: as importações chinesas chegaram ao recorde de US$ 70,9 bilhões (cerca de R$ 381,3 bilhões) em 2025, um aumento de 11,5% em relação a 2024.
O material ressalta que "o eixo do comércio exterior brasileiro hoje tende a se voltar cada vez mais para a Ásia", já que quase um terço do intercâmbio comercial brasileiro passa pela China.
De acordo com o jornal, a parcela chinesa no
comércio exterior do Brasil já corresponde a 27,7% do total,
que somou US$ 629 bilhões (aproximadamente R$ 3.381 bilhões) em 2025. Assim, o desempenho chinês superou o de parceiros tradicionais, como os Estados Unidos,
cujas compras recuaram 6,6%.Acompanhe as notícias que a grande mídia não mostra!
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