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Resposta a ameaças tarifárias dos EUA será decisiva na disputa pela Groenlândia, diz Dinamarca
Resposta a ameaças tarifárias dos EUA será decisiva na disputa pela Groenlândia, diz Dinamarca
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O ministro das Relações Exteriores da Dinamarca, Lars Lokke Rasmussen, afirmou que a imposição de tarifas pelos Estados Unidos dependerá da capacidade dos... 19.01.2026, Sputnik Brasil
2026-01-19T16:36-0300
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No último fim de semana, Trump anunciou que pretende impor, a partir de fevereiro, uma tarifa de 10% contra Dinamarca, Noruega, Suécia, França, Alemanha, Reino Unido, Países Baixos e Finlândia. Segundo o líder norte-americano, a alíquota poderia subir posteriormente para 25% e permanecer em vigor até a conclusão de um acordo para a compra da Groenlândia pelos Estados Unidos.O chanceler ressaltou ainda que, caso os países europeus não apresentem uma resposta firme e coordenada, o sinal transmitido será de fraqueza diante da pressão norte-americana.A lista de tarifas, suspensa até 6 de fevereiro, voltou à mesa dos 27 embaixadores da UE, junto ao instrumento anticoerção (ACI), que pode limitar investimentos e serviços norte-americanos.Retaliações contra os EUAEm meio às ameaças e pressões do governo norte-americano, a União Europeia avalia impor € 93 bilhões (cerca de R$ 581 bilhões) em tarifas aos EUA ou restringir o acesso de empresas norte-americanas ao mercado do bloco.A tensão é vista como a pior crise transatlântica em décadas. Segundo o Financial Times, as medidas são preparadas para fortalecer a posição europeia antes de encontros com Trump no Fórum Econômico Mundial, em Davos. O objetivo é evitar uma ruptura na aliança ocidental, considerada vital para a segurança europeia. A lista de tarifas, suspensa até 6 de fevereiro, voltou à mesa dos 27 embaixadores da UE, junto ao instrumento anticoerção (ACI), que pode limitar investimentos e serviços norte-americanos.Enquanto isso, o secretário do Tesouro dos EUA afirmou que a Europa é incapaz de garantir a segurança da Groenlândia e reiterou a exigência de controle da ilha. Diante da escalada, o Conselho Europeu convocou uma reunião extraordinária e declarou estar pronto para se defender de qualquer forma de coerção.
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Resposta a ameaças tarifárias dos EUA será decisiva na disputa pela Groenlândia, diz Dinamarca
O ministro das Relações Exteriores da Dinamarca, Lars Lokke Rasmussen, afirmou que a imposição de tarifas pelos Estados Unidos dependerá da capacidade dos países europeus de, de forma conjunta, demonstrarem ao presidente norte-americano Donald Trump que não é possível obter controle sobre a Groenlândia por meio de ameaças.
No último fim de semana, Trump anunciou que pretende impor, a partir de fevereiro,
uma tarifa de 10% contra Dinamarca, Noruega, Suécia, França, Alemanha, Reino Unido, Países Baixos e Finlândia. Segundo o líder norte-americano, a
alíquota poderia subir posteriormente para 25% e permanecer em vigor até a conclusão de um
acordo para a compra da Groenlândia pelos Estados Unidos.
"Por enquanto, não há tarifas. O presidente disse: 'Entreguem-me a Groenlândia ou, a partir de 1º de fevereiro, haverá tarifas de 10%'. Ainda estamos longe dessa data. A adoção dessas tarifas depende de mostrarmos, juntos, que não se pode impor isso por meio de ameaças", declarou Rasmussen.
O chanceler ressaltou ainda que, caso os países europeus não apresentem uma resposta firme e coordenada, o sinal transmitido será de fraqueza diante da pressão norte-americana.
A lista de tarifas, suspensa até 6 de fevereiro, voltou à mesa dos 27 embaixadores da UE, junto ao
instrumento anticoerção (ACI), que
pode limitar investimentos e serviços norte-americanos.
Retaliações contra os EUA
Em meio às ameaças e pressões do governo norte-americano, a União Europeia avalia impor € 93 bilhões (cerca de R$ 581 bilhões) em tarifas aos EUA ou restringir o acesso de empresas norte-americanas ao mercado do bloco.
A tensão é vista como a pior crise transatlântica em décadas.
Segundo o Financial Times, as medidas são preparadas para
fortalecer a posição europeia antes de encontros com Trump no Fórum Econômico Mundial, em Davos. O objetivo é evitar uma ruptura na aliança ocidental, considerada vital para a segurança europeia.
A lista de tarifas, suspensa até 6 de fevereiro, voltou à mesa dos 27 embaixadores da UE, junto ao
instrumento anticoerção (ACI), que
pode limitar investimentos e serviços norte-americanos.
Enquanto isso, o secretário do Tesouro dos EUA afirmou que a Europa é incapaz de garantir a segurança da Groenlândia e reiterou a exigência de controle da ilha. Diante da escalada, o Conselho Europeu convocou uma
reunião extraordinária e
declarou estar pronto para se defender de qualquer forma de coerção.
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