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Trump descarta ir a Paris para reunião do G7 proposta por Macron

© AP Photo / Mark SchiefelbeinDonald Trump discursa durante uma coletiva de imprensa na Casa Branca, em Washington. EUA, 20 de janeiro de 2026
Donald Trump discursa durante uma coletiva de imprensa na Casa Branca, em Washington. EUA, 20 de janeiro de 2026 - Sputnik Brasil, 1920, 20.01.2026
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Em coletiva, líder estadunidense também abordou a questão da Groenlândia, afirmando que "algo muito bom vai acontecer" na ilha.
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que não pretende participar da reunião do G7 em Paris proposta por seu homólogo francês, Emmanuel Macron. Em coletiva na tarde desta terça-feira (20), ele disse que não participaria do evento porque Macron não deve ficar por muito mais tempo no governo da França.

"Não, eu não faria isso, porque Emmanuel [Macron] não ficará lá [no governo] por muito tempo", disse Trump.

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Os comentários do líder estadunidense vêm em meio a tensões com as potências europeias devido à ameaça do republicano de anexar a Groenlândia.
Trump afirmou que "acha que algo muito bom vai acontecer na Groenlândia", mas não forneceu mais detalhes ao ser questionado até onde estaria disposto a ir para obter a Groenlândia para os EUA.
"Vocês vão descobrir", disse ele aos repórteres em resposta a uma pergunta sobre o assunto.
Trump se limitou a dizer que ele e sua equipe têm várias reuniões agendadas sobre a Groenlândia.
"Temos muitas reuniões agendadas sobre a Groenlândia. Como vocês sabem, estou partindo hoje à noite para Davos, e temos muitas reuniões agendadas sobre a Groenlândia", disse Trump aos jornalistas.
Na coletiva, ele também abordou a questão da Venezuela e o conflito ucraniano. Ele afirmou que os EUA já extraíram "50 milhões de barris do petróleo da Venezuela", e enfatizou que as autoridades do país sul-americano têm se mantido abertas ao diálogo nos últimos tempos.
"Agora eu amo a Venezuela; eles estão cooperando conosco. Eles têm se comportado muito bem", disse o líder norte-americano.
Sobre as negociações envolvendo a Ucrânia, Trump disse que está tentando resolver o que descreveu como o "último conflito".
"Estou tentando resolver o conflito final. Estou tentando resolver o conflito entre Rússia e Ucrânia, e quando a Rússia estiver pronta, a Ucrânia não estará. Quando a Ucrânia estiver pronta, a Rússia não estará", disse Trump.
O presidente norte-americano disse ainda que Washington tomou diversas medidas em relação à Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN). Ele disse que "fez mais pela OTAN do que qualquer outra pessoa, viva ou morta" e que a aliança atlântica deveria "tratar os EUA de forma justa".
"Meu maior receio em relação à OTAN é que gastamos quantias enormes de dinheiro com ela, e sei que iremos ajudá-la, mas duvido muito que eles nos ajudem", comentou.
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