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Estratégia da China para garantir mais recursos é oposto a dos EUA, aponta estudos
Estratégia da China para garantir mais recursos é oposto a dos EUA, aponta estudos
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Enquanto os EUA endurecem sua política com aumentos tarifários, a China avança no sentido oposto, mantendo baixos os impostos de importação e prometendo novos... 21.01.2026, Sputnik Brasil
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De acordo com a empresa de pesquisa e análise do grupo da revista britânica The Economist, a Economist Intelligence Unit (EIU), a tarifa média efetiva de Pequim caiu de forma contínua na última década e ficou em apenas 1,3% em 2025, um dos níveis mais baixos em escala global.A China também anunciou no ano passado que reduzirá a zero as tarifas para a maioria das importações provenientes da África, em um sinal de abertura comercial que contrasta com a guinada protecionista de Washington.Em paralelo, a tarifa efetiva dos Estados Unidos subiu para 11,2% em 2025, seu nível mais alto desde 1943, após uma série de medidas impulsionadas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, que incluíram ameaças de novos impostos a países europeus.Consumidores e importadores norte-americanos estão absorvendo quase todo o custo das tarifas impostas pela Casa Branca, de acordo com um estudo do Instituto de Economia Mundial de Kiel, divulgado nesta semana.Os dados contradizem as afirmações de Trump sobre o impacto dessas medidas, apontando que atualmente, o ônus principal da política tarifária continua recaindo sobre a economia dos EUA.
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Estratégia da China para garantir mais recursos é oposto a dos EUA, aponta estudos
Enquanto os EUA endurecem sua política com aumentos tarifários, a China avança no sentido oposto, mantendo baixos os impostos de importação e prometendo novos cortes para garantir o acesso a recursos estratégicos e fortalecer os vínculos com países em desenvolvimento.
De acordo com a empresa de pesquisa e análise do grupo da revista britânica The Economist, a Economist Intelligence Unit (EIU), a tarifa média efetiva de Pequim caiu de forma contínua na última década e ficou em apenas 1,3% em 2025, um dos níveis mais baixos em escala global.
A China também anunciou no ano passado que
reduzirá a zero as tarifas para a maioria das importações provenientes da África, em um sinal de abertura comercial que contrasta com a
guinada protecionista de Washington.
Em paralelo, a
tarifa efetiva dos Estados Unidos subiu para 11,2% em 2025, seu nível mais alto desde 1943, após uma série de medidas impulsionadas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, que incluíram ameaças de novos impostos a países europeus.
"A China aplica tarifas baixas ou nulas às matérias-primas, que representam a maior parte de suas importações", explicou Xu Tianchen, economista sênior da EIU, ao jornal South China Morning Post, destacando que insumos-chave como petróleo, gás natural e minério de ferro entram no país com carga tarifária mínima.
Consumidores e importadores norte-americanos estão
absorvendo quase todo o custo das tarifas impostas pela Casa Branca, de acordo com um estudo do Instituto de Economia Mundial de Kiel, divulgado nesta semana.
Os dados contradizem as afirmações de Trump sobre o impacto dessas medidas, apontando que atualmente, o ônus principal da política tarifária continua recaindo sobre a economia dos EUA.
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