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EUA reforçam 'condições conhecidas' ao Irã enquanto reforça presença naval, diz mídia
EUA reforçam 'condições conhecidas' ao Irã enquanto reforça presença naval, diz mídia
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Nas últimas semanas, as tensões entre os dois países cresceram após Trump anunciar o envio de navios da Marinha dos Estados Unidos para a região. 26.01.2026, Sputnik Brasil
2026-01-26T19:27-0300
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A Casa Branca está aberta a trabalhar com Teerã, e o Irã está ciente das condições, afirmou um funcionário norte-americano à agência Reuters, nesta segunda-feira (26).Segundo a Reuters, o Irã "está ciente das condições" sob as quais os EUA estariam dispostos a negociar. Já Trump declarou em entrevista ao portal Axios também nesta segunda que a situação com o Irã estã "em fluxo", ao citar que comboio militar norte-americano em direção à costa do país é maior que o enviado para a Venezuela no ano passado. "Eles querem fazer um acordo. Eu sei disso. Ligaram em várias ocasiões. Eles querem conversar", disse. Trump revelou ainda que chegou perto de autorizar ataques contra alvos no Irã no início do mês, mas decidiu adiar a decisão enquanto reforçava a presença militar dos EUA no Oriente Médio. De acordo com o Axios, fontes familiarizadas com o assunto afirmam que Trump ainda não tomou uma decisão final sobre os próximos passos. A expectativa é que novas consultas ocorram ao longo da semana, com a apresentação de opções militares adicionais, fortalecidas pela chegada de um grupo de ataque de porta-aviões à região.Antes disso, Trump evitou dar uma resposta direta sobre a retirada da opção de intervenção militar contra o país, dizendo apenas que não pode prever o que acontecerá no futuro.O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, respondeu às declarações do líder norte-americano afirmando que o Irã não se limitará a uma retaliação pós‑ataque dentro do que considera "legítima autodefesa".Em meio às tensões entre os dois países, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou que a recente onda de protestos no país contou com a atuação de "elementos terroristas liderados do exterior", que teriam iniciado ataques armados contra forças policiais e de segurança.Segundo Araghchi, os episódios de violência não refletem protestos espontâneos, mas sim uma estratégia externa para provocar uma escalada do conflito no país e criar condições para uma intervenção internacional liderada pelos Estados Unidos.Na ocasião, o ministro iraniano enviou um recado direto a Trump, pedindo que Washington opte pela via diplomática em vez do uso da força. Araghchi alertou Trump para não repetir "o mesmo erro cometido em junho", mês em que, no ano passado, Washington liderou um ataque contra instalações nucleares iranianas.Os protestos no Irã começaram no fim de dezembro de 2025, após a desvalorização da moeda local, o rial iraniano. Em várias cidades da República Islâmica, os atos se transformaram em confrontos com a polícia e foram acompanhados por palavras de ordem contra o sistema político do país. Houve vítimas tanto entre as forças de segurança quanto entre os manifestantes.
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EUA reforçam 'condições conhecidas' ao Irã enquanto reforça presença naval, diz mídia
19:27 26.01.2026 (atualizado: 20:34 26.01.2026) Nas últimas semanas, as tensões entre os dois países cresceram após Trump anunciar o envio de navios da Marinha dos Estados Unidos para a região.
A Casa Branca está aberta a trabalhar com Teerã, e o Irã está ciente das condições, afirmou um funcionário norte-americano à agência Reuters, nesta segunda-feira (26).
"Os Estados Unidos estão abertos ao diálogo se o Irã quiser entrar em contato com Washington",
informou a agência.
Segundo a Reuters, o Irã "está ciente das condições" sob as quais os
EUA estariam dispostos a negociar.
Já Trump
declarou em entrevista ao portal Axios também nesta segunda que a situação com o Irã estã "em fluxo", ao citar que comboio militar norte-americano em
direção à costa do país é maior que o enviado para a Venezuela no ano passado. "Eles querem fazer um acordo. Eu sei disso. Ligaram em várias ocasiões. Eles querem conversar", disse.
Trump revelou ainda que chegou perto de
autorizar ataques contra alvos no Irã no início do mês, mas decidiu adiar a decisão enquanto reforçava a presença militar dos EUA no Oriente Médio. De acordo com o Axios, fontes familiarizadas com o assunto afirmam que Trump ainda não tomou uma
decisão final sobre os próximos passos.
A expectativa é que novas consultas ocorram ao longo da semana, com a apresentação de opções militares adicionais, fortalecidas pela chegada de um grupo de ataque de porta-aviões à região.
Antes disso, Trump evitou dar uma resposta direta sobre a retirada da opção de intervenção militar contra o país, dizendo apenas que não pode prever o que acontecerá no futuro.
O
presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, respondeu às declarações do líder norte-americano afirmando que o Irã
não se limitará a uma retaliação pós‑ataque dentro do que considera "legítima autodefesa".
Em meio às tensões entre os dois países, o
ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou que a recente onda de protestos no país contou com a atuação de "elementos terroristas liderados do exterior", que teriam
iniciado ataques armados contra forças policiais e de segurança.
Segundo Araghchi, os episódios de violência não refletem protestos espontâneos, mas sim uma estratégia externa para provocar uma
escalada do conflito no país e criar condições para uma intervenção internacional liderada pelos Estados Unidos.
Na ocasião, o ministro iraniano enviou um recado direto a Trump, pedindo que Washington
opte pela via diplomática em vez do uso da força. Araghchi alertou Trump para não repetir "o mesmo erro cometido em junho", mês em que, no ano passado, Washington liderou um ataque
contra instalações nucleares iranianas.Os protestos no Irã começaram no fim de dezembro de 2025, após a desvalorização da moeda local, o rial iraniano. Em várias cidades da República Islâmica, os atos se transformaram em confrontos com a polícia e foram acompanhados por palavras de ordem contra o sistema político do país. Houve vítimas tanto entre as forças de segurança quanto entre os manifestantes.
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