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Porta-aviões dos EUA chega ao Oriente Médio em meio a tensões com o Irã
Porta-aviões dos EUA chega ao Oriente Médio em meio a tensões com o Irã
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O Comando Central dos EUA informou nesta segunda-feira (26) que o grupo de ataque do porta-aviões USS Abraham Lincoln está agora destacado para o Oriente Médio... 26.01.2026, Sputnik Brasil
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O jornal The Wall Street Journal informou que a chegada do porta-aviões amplia as opções militares dos EUA, enquanto as tensões com o Irã permanecem elevadas. Um membro da Comissão de Segurança Nacional e Política Externa do parlamento do Irã afirmou que, caso os Estados Unidos cometam o que chamou de um erro ao atacar a República Islâmica, soldados norte‑americanos deveriam se despedir de suas famílias, em referência às possíveis graves consequências para militares da região se houver um confronto.Trump revelou ainda que chegou perto de autorizar ataques contra alvos no Irã no início do mês, mas decidiu adiar a decisão enquanto reforçava a presença militar dos EUA no Oriente Médio. De acordo com o Axios, fontes familiarizadas com o assunto afirmam que Trump ainda não tomou uma decisão final sobre os próximos passos.A expectativa é de que novas consultas ocorram ao longo da semana, com a apresentação de opções militares adicionais, fortalecidas pela chegada de um grupo de ataque de porta-aviões à região.O presidente do parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, respondeu às declarações do líder norte-americano afirmando que o Irã não se limitará a uma retaliação pós‑ataque dentro do que considera "legítima defesa".O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou que a recente onda de protestos no país contou com a atuação de "elementos terroristas liderados do exterior", que teriam iniciado ataques armados contra forças policiais e de segurança.Segundo Araghchi, os episódios de violência não refletem protestos espontâneos, mas estratégia externa para provocar uma escalada do conflito no país e criar condições para uma intervenção internacional liderada pelos Estados Unidos.
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Porta-aviões dos EUA chega ao Oriente Médio em meio a tensões com o Irã
23:00 26.01.2026 (atualizado: 06:34 27.01.2026) O Comando Central dos EUA informou nesta segunda-feira (26) que o grupo de ataque do porta-aviões USS Abraham Lincoln está agora destacado para o Oriente Médio após atravessar o oceano Índico, descrevendo a missão como voltada à promoção da "segurança e estabilidade regionais".
O jornal The Wall Street Journal informou que a chegada do porta-aviões amplia as opções militares dos EUA, enquanto as tensões com o Irã permanecem elevadas.
Um membro da Comissão de Segurança Nacional e Política Externa do parlamento do Irã afirmou que, caso os Estados Unidos cometam o que chamou de um erro ao
atacar a República Islâmica, soldados norte‑americanos deveriam se despedir de suas famílias, em referência às possíveis graves consequências para militares
da região se houver um confronto.
Trump declarou em entrevista ao portal Axios também nesta segunda-feira que a situação com o Irã está "em fluxo", ao citar que comboio militar norte-americano em direção à costa do país é maior que o enviado para a Venezuela no ano passado. "Eles querem fazer um acordo. Eu sei disso. Ligaram em várias ocasiões. Eles querem conversar", disse.
Trump revelou ainda que chegou perto de
autorizar ataques contra alvos no Irã no início do mês, mas decidiu adiar a decisão enquanto reforçava a presença militar dos EUA no Oriente Médio. De acordo com o Axios, fontes familiarizadas com o assunto afirmam que Trump ainda não tomou uma
decisão final sobre os próximos passos.
A expectativa é de que novas consultas ocorram ao longo da semana, com a apresentação de opções militares adicionais, fortalecidas pela chegada de um grupo de ataque de porta-aviões à região.
O
presidente do parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, respondeu às declarações do líder norte-americano afirmando que o Irã
não se limitará a uma retaliação pós‑ataque dentro do que considera "legítima defesa".
O
ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou que a recente onda de protestos no país contou com a atuação de "elementos terroristas liderados do exterior", que teriam
iniciado ataques armados contra forças policiais e de segurança.
Segundo Araghchi, os episódios de violência não refletem protestos espontâneos, mas estratégia externa para provocar uma
escalada do conflito no país e criar condições para uma intervenção internacional liderada pelos Estados Unidos.
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