Em artigo, Celso Amorim defende taxa de 2% do PIB para defesa
Em artigo, Celso Amorim defende taxa de 2% do PIB para defesa
Sputnik Brasil
Em um artigo para a revista Carta Capital, o assessor especial da Presidência Celso Amorim, defendeu o aumento dos gastos em defesa para 2% do Produto Interno... 27.01.2026, Sputnik Brasil
No texto, que trata da decisão brasileira de não desenvolver armas nucleares, Amorim afirmou que o mundo atual não é o mesmo de 1988, quando a decisão foi tomada e posta na Constituição. Hoje, em meio ao ataque dos EUA ao solo sul-americano, é preciso repensar a defesa brasileira.O embaixador, no entanto, não renuncia à escolha da constituinte, creditando-a com a superação do período de rivalidade entre Brasil e Argentina, sua aproximação bilateral e a criação do Mercosul. Outro fator benéfico da recusa do armamento nuclear foi o enfoque brasileiro, durante o governo Lula, no problema da fome.Para Amorim, a solução para a crise geopolítica não seria buscar o armamento nuclear – isso deixaria o Brasil vulnerável sob a constantes ameaças "agressões preventivas" –, mas sim desenvolver avançados sistemas de defesa antiaérea, cibernética, drones, além dos projetos já em curso como o submarino nuclear.
Em um artigo para a revista Carta Capital, o assessor especial da Presidência Celso Amorim, defendeu o aumento dos gastos em defesa para 2% do Produto Interno Bruto (PIB).
No texto, que trata da decisão brasileira de não desenvolver armas nucleares, Amorim afirmou que o mundo atual não é o mesmo de 1988, quando a decisão foi tomada e posta na Constituição. Hoje, em meio ao ataque dos EUA ao solo sul-americano, é preciso repensar a defesa brasileira.
O embaixador, no entanto, não renuncia à escolha da constituinte, creditando-a com a superação do período de rivalidade entre Brasil e Argentina, sua aproximação bilateral e a criação do Mercosul. Outro fator benéfico da recusa do armamento nuclear foi o enfoque brasileiro, durante o governo Lula, no problema da fome.
Para Amorim, a solução para a crise geopolítica não seria buscar o armamento nuclear – isso deixaria o Brasil vulnerável sob a constantes ameaças "agressões preventivas" –, mas sim desenvolver avançados sistemas de defesa antiaérea, cibernética, drones, além dos projetos já em curso como o submarino nuclear.
"Para isso, será necessário aumentar a participação da Defesa no orçamento do país, chegando talvez a 2% do PIB, com a garantia de que os recursos adicionais seriam utilizados apenas para investimentos e manutençãoe manejo dos sistemas."
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