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Governo dos EUA é processado por mortes em ataque a barco
Governo dos EUA é processado por mortes em ataque a barco
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Os familiares de vítimas de um ataque com mísseis dos EUA contra um barco no mar do Caribe, próximo à Venezuela, entraram com uma ação judicial contra o... 27.01.2026, Sputnik Brasil
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Esta é a primeira primeira contestação judicial, desde que o governo do presidente Donald Trump iniciou em setembro de 2025 dezenas de ataques de mísseis contra embarcações no mar do Caribe e no Oceano Pacífico, com total de 120 mortos.A ação chama a campanha militar de "manifestamente ilegal" e assassina. Ao todo, seis homens morreram durante o ataque em questão, ocorrido em outubro passado. Dentre eles, Chad Joseph e Rishi Samaroo, cujas famílias afirmam que trabalhavam com pesca e agricultura na Venezuela e estavam voltando para suas casas em Las Cuevas, Trinidad, quando foram atacados.Até o momento, o governo Donald Trump não se pronunciou sobre o caso e Washington ainda não apresentou provas do envolvimento de ninguém em atividades ilícitas.o governo norte-americano, sob a justificativa de combate ao narcotráfico, ordenou o envio do porta-aviões USS Gerald Ford à área do Comando Sul, que abrange a América do Sul e o Caribe. Tanto a Venezuela, de onde partiram alguns dos barcos atacados, quanto outras nações do entorno condenaram o gesto.A escalada de tensões culminou no ataque dos EUA à Venezuela, no dia 3 de janeiro, e sequestro do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, que foram levados para Nova York.O presidente dos EUA anunciou que Maduro e Flores seriam julgados por suposto envolvimento em "narcoterrorismo".A Suprema Corte da Venezuela transferiu temporariamente as funções de chefe de Estado para a vice-presidente Delcy Rodríguez, que tomou posse oficialmente como presidente interina perante a Assembleia Nacional no dia 5 de janeiro.
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Governo dos EUA é processado por mortes em ataque a barco
17:33 27.01.2026 (atualizado: 19:57 27.01.2026) Os familiares de vítimas de um ataque com mísseis dos EUA contra um barco no mar do Caribe, próximo à Venezuela, entraram com uma ação judicial contra o governo estadunidense por morte decorrente de ato ilícito, nesta terça-feira (27).
Esta é a primeira primeira contestação judicial, desde que o governo do presidente Donald Trump iniciou em setembro de 2025 dezenas de ataques de mísseis contra embarcações no mar do Caribe e no Oceano Pacífico, com total de 120 mortos.

13 de novembro 2025, 17:11
A ação chama a campanha militar de "manifestamente ilegal" e assassina. Ao todo, seis homens morreram durante o ataque em questão, ocorrido em outubro passado. Dentre eles, Chad Joseph e Rishi Samaroo, cujas famílias afirmam que
trabalhavam com pesca e agricultura na Venezuela e estavam voltando para suas casas em Las Cuevas, Trinidad, quando foram atacados.
Até o momento, o governo Donald Trump não se pronunciou sobre o caso e
Washington ainda não apresentou provas do envolvimento de ninguém em atividades ilícitas.
o
governo norte-americano, sob a justificativa de combate ao narcotráfico, ordenou o
envio do porta-aviões USS Gerald Ford à área do Comando Sul, que abrange a América do Sul e o Caribe. Tanto a
Venezuela, de onde partiram alguns dos barcos atacados, quanto outras nações do entorno condenaram o gesto.
A escalada de tensões culminou no ataque dos EUA à Venezuela, no dia 3 de janeiro, e sequestro do
presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, que foram levados para Nova York.
O presidente dos EUA anunciou que Maduro e Flores seriam julgados por suposto envolvimento em "narcoterrorismo".
A Suprema Corte da Venezuela transferiu temporariamente as funções de chefe de Estado para a vice-presidente Delcy Rodríguez, que tomou posse oficialmente como presidente interina perante a Assembleia Nacional no dia 5 de janeiro.
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