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Israel admite que 70 mil palestinos morreram ao longo da guerra na Faixa de Gaza
Israel admite que 70 mil palestinos morreram ao longo da guerra na Faixa de Gaza
Sputnik Brasil
Número é o mesmo apontado pelo Ministério da Saúde de Gaza. 29.01.2026, Sputnik Brasil
2026-01-29T19:09-0300
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As Forças de Defesa de Israel (FDI) afirmaram nesta quinta-feira (29) que ao menos 70 mil palestinos morreram na Faixa de Gaza durante a guerra no território. Os números apresentados hoje pelas autoridades de Tel Aviv são similares aos divulgados pelo Ministério da Saúde palestino, que colocam a cifra em 71.667 pessoas. As FDI, por sua vez, alegam que o Ministério da Saúde palestino não distingue entre os mortos quem é civil ou combatente.O conflito, iniciado em outubro de 2023, teve cessar-fogo decretado dois anos depois. Como parte do acordo, Israel e Hamas concordaram em realizar a devolução de corpos de palestinos e israelenses que estavam sob posse de ambos os lados.Nesta quinta-feira, o Ministério da Saúde do enclave confirmou a devolução de mais 15 corpos de palestinos. Até o momento, Israel já entregou 360 corpos a Gaza como parte do acordo de troca de prisioneiros, acrescentou a pasta. O processo de identificação e a devolução dos restos mortais às famílias continuam, segundo o comunicado.Na segunda-feira, as FDI informaram que as forças israelenses repatriaram o corpo do último refém, Ran Gvili. Ele havia sido raptado por militantes do Hamas em 7 de outubro de 2023. Dos mais de 250 reféns feitos em naquele dia, 168 foram libertados com vida.Em 14 de janeiro, o enviado especial do presidente dos Estados Unidos, Steve Witkoff, anunciou o início da segunda fase do plano de 20 pontos de Donald Trump para acabar com a guerra em Gaza, passando de um cessar-fogo para a desmilitarização, governança tecnocrática e reconstrução.
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Israel admite que 70 mil palestinos morreram ao longo da guerra na Faixa de Gaza
19:09 29.01.2026 (atualizado: 20:43 29.01.2026) Número é o mesmo apontado pelo Ministério da Saúde de Gaza.
As Forças de Defesa de Israel (FDI) afirmaram nesta quinta-feira (29) que ao menos 70 mil palestinos
morreram na Faixa de Gaza durante a guerra no território.
Os números apresentados hoje pelas autoridades de Tel Aviv são similares aos divulgados pelo Ministério da Saúde palestino, que colocam a cifra em 71.667 pessoas. As FDI, por sua vez, alegam que o Ministério da Saúde palestino não distingue entre os mortos quem é civil ou combatente.
O conflito, iniciado em outubro de 2023, teve cessar-fogo decretado dois anos depois. Como parte do acordo, Israel e Hamas concordaram em realizar a devolução de corpos de palestinos e israelenses que estavam sob posse de ambos os lados.
Nesta quinta-feira, o Ministério da Saúde do enclave confirmou a devolução de mais 15 corpos de palestinos. Até o momento, Israel já entregou 360 corpos a Gaza como parte do acordo de troca de prisioneiros, acrescentou a pasta. O processo de identificação e a devolução dos restos mortais às famílias continuam, segundo o comunicado.
Na segunda-feira, as FDI informaram que as forças israelenses repatriaram o corpo do último refém, Ran Gvili. Ele havia sido raptado por militantes do Hamas em 7 de outubro de 2023. Dos mais de 250 reféns feitos em naquele dia, 168 foram libertados com vida.
Em 14 de janeiro, o enviado especial do
presidente dos Estados Unidos,
Steve Witkoff, anunciou o início da segunda fase do plano de 20 pontos de
Donald Trump para acabar com a guerra em Gaza,
passando de um cessar-fogo para a desmilitarização, governança tecnocrática e reconstrução.
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