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Embaixador palestino diz apoiar Lula no Conselho da Paz de Trump
Embaixador palestino diz apoiar Lula no Conselho da Paz de Trump
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O embaixador Marwan Jebril, representante da Autoridade Palestina no Brasil, afirmou nesta quinta-feira (22) que os palestinos apoiam a entrada do presidente... 22.01.2026, Sputnik Brasil
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Em entrevista à Globonews, Jebril disse que é importante ter amigos dos palestinos no comitê, uma vez que representantes de Israel, por exemplo, fazem parte do Conselho da Paz.O embaixador lamentou não haver um representante político palestino no comitê, mas que a presença de Arábia Saudita, Catar, Egito, Indonésia e Turquia gera esperança de que o pedido de um Conselho da Paz apenas momentâneo seja respeitado.Nesta quinta-feira, Lula conversou, por telefone, com o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, para tratar da situação em Gaza e dos próximos passos após o cessar-fogo.Segundo informado pelo Itamaraty, Lula expressou sua satisfação quanto ao cessar-fogo e consultou seu homólogo palestino quanto às perspectivas de reconstrução da região. O presidente brasileiro também reiterou o compromisso brasileiro com a paz no Oriente Médio.Também hoje, em entrevista ao jornal O Globo, Celso Amorim, assessor internacional de Lula, afirmou ser contra a participação brasileira no Conselho de Paz.Conforme Amorim, da forma que foi elaborado, o documento nem menciona a Faixa de Gaza e, por isso, poderia ser estendido para qualquer conflito em que deseje atuar. Ou seja, na prática, a Carta criaria um novo Conselho de Segurança com um presidente permanente, os Estados Unidos.
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Embaixador palestino diz apoiar Lula no Conselho da Paz de Trump
20:49 22.01.2026 (atualizado: 21:38 22.01.2026) O embaixador Marwan Jebril, representante da Autoridade Palestina no Brasil, afirmou nesta quinta-feira (22) que os palestinos apoiam a entrada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Conselho da Paz, criado e anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Em entrevista à Globonews, Jebril
disse que é
importante ter amigos dos palestinos no comitê, uma vez que representantes de Israel, por exemplo, fazem parte do
Conselho da Paz.
"A decisão quem toma é o Brasil, se vai fazer parte ou não. Mas nós, sim, vemos com bons olhos que haja países amigos [presentes]. Não esqueçamos que Israel também está dentro deste conselho. [...] É bom que haja países amigos que defendam o direito dos palestinos à autodeterminação, à liberdade e que haja um Estado palestino."
O embaixador lamentou não haver um representante político palestino no comitê, mas que a presença de Arábia Saudita, Catar, Egito, Indonésia e Turquia gera esperança de que o pedido de um Conselho da Paz apenas momentâneo seja respeitado.
"Coordenamos com eles para que este comitê seja transitório, com no máximo dois anos [de duração], e para que depois as competências da Faixa de Gaza sejam passadas ao governo palestino", declarou o embaixador.
Nesta quinta-feira,
Lula conversou, por telefone, com o presidente da Autoridade Nacional Palestina,
Mahmoud Abbas, para tratar da situação em Gaza e dos próximos passos após o cessar-fogo.
Segundo informado pelo Itamaraty, Lula expressou sua satisfação quanto ao cessar-fogo e consultou seu homólogo palestino quanto às perspectivas de reconstrução da região. O presidente brasileiro também reiterou o compromisso brasileiro com a paz no Oriente Médio.
Também hoje, em entrevista ao jornal O Globo,
Celso Amorim, assessor internacional de Lula,
afirmou ser
contra a participação brasileira no Conselho de Paz.
Conforme Amorim, da forma que foi elaborado, o documento nem menciona a Faixa de Gaza e, por isso, poderia ser estendido para qualquer conflito em que deseje atuar. Ou seja, na prática, a Carta criaria um novo Conselho de Segurança com um presidente permanente, os Estados Unidos.
"Representa, na prática, uma revogação da ONU, sobretudo na área de paz e segurança. Essa parte, com certeza, eu não vejo como aceitar. Não dá para considerar uma reforma da ONU feita por um país."
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