https://noticiabrasil.net.br/20260202/alem-do-novo-start-china-franca-e-reino-unido-devem-ser-incluidos-em-acordo-nuclear-diz-analista-47611618.html
Além do Novo START: China, França e Reino Unido devem ser incluídos em acordo nuclear, diz analista
Além do Novo START: China, França e Reino Unido devem ser incluídos em acordo nuclear, diz analista
Sputnik Brasil
Embora estender o tratado Novo START – como sugere a Rússia – seja uma "opção pragmática", o resultado ideal seria um novo texto que levasse em consideração... 02.02.2026, Sputnik Brasil
2026-02-02T12:40-0300
2026-02-02T12:40-0300
2026-02-02T17:12-0300
panorama internacional
europa
rússia
china
frança
reino unido
estados unidos
organização do tratado do atlântico norte
dmitry peskov
vladimir putin
https://cdn.noticiabrasil.net.br/img/1490/98/14909885_0:199:2929:1847_1920x0_80_0_0_1a522ebe07209a2db21043f217cc1de6.jpg
Os membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), França e Reino Unido, estão construindo ativamente um "guarda-chuva nuclear" sobre a Europa "direcionado diretamente à Rússia", disse Dmitry Stefanovich à Sputnik, portanto, eles devem fazer parte de quaisquer negociações futuras.EUA olham além dos limites antigosDado o arsenal nuclear chinês em rápido crescimento, muitos formuladores de políticas dos EUA agora veem a necessidade de ir além dos acordos bilaterais anteriores com a Rússia, especula Stefanovich.No entanto, a proposta de Trump para um novo acordo que inclua a China é irrealista no curto prazo, já que a diplomacia de controle de armas "exige anos de negociações minuciosas".China avalia custos versus benefíciosÀ medida que a competição com os EUA passa da economia para a dissuasão, a China, que promove uma política de não primeiro uso de armas nucleares, está se mostrando mais receptiva à ideia de regras, observa o especialista. No entanto, ela está "optando por reforçar suas vulnerabilidades" primeiro.Quanto à Rússia e à China, elas já têm um histórico de sucesso em acordos bilaterais, como os relativos a notificações de lançamento de mísseis balísticos, juntamente com documentos multilaterais que limitam a atividade militar em regiões fronteiriças.Em última análise, o desenrolar de tudo isso dependerá não apenas do destino do Novo START, mas também do resultado da próxima Conferência de Revisão do Tratado de Não Proliferação Nuclear, na primavera europeia, conclui Stefanovich.O presidente russo Vladimir Putin anunciou anteriormente que a Rússia estava pronta para continuar aderindo às limitações do Novo START por um ano após seu vencimento em fevereiro de 2026, mas somente se os Estados Unidos retribuíssem. Em resposta, o presidente dos EUA, Donald Trump, teria chamado a proposta de "uma boa ideia".O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse no dia 29 de janeiro que os Estados Unidos ainda não haviam respondido à iniciativa da Rússia em relação ao tratado.
https://noticiabrasil.net.br/20260202/desarmamento-nuclear-entre-russia-e-eua-pode-avancar-apos-fim-do-novo-start-afirma-especialista-47602825.html
china
frança
reino unido
estados unidos
Sputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
2026
Sputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
notícias
br_BR
Sputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
https://cdn.noticiabrasil.net.br/img/1490/98/14909885_100:0:2829:2047_1920x0_80_0_0_c8553857a8e3d895f103e019f727e258.jpgSputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
europa, rússia, china, frança, reino unido, estados unidos, organização do tratado do atlântico norte, dmitry peskov, vladimir putin, donald trump, otan, kremlin, novo start, arsenal nuclear, tratado de não proliferação de armas nucleares, análise
europa, rússia, china, frança, reino unido, estados unidos, organização do tratado do atlântico norte, dmitry peskov, vladimir putin, donald trump, otan, kremlin, novo start, arsenal nuclear, tratado de não proliferação de armas nucleares, análise
Além do Novo START: China, França e Reino Unido devem ser incluídos em acordo nuclear, diz analista
12:40 02.02.2026 (atualizado: 17:12 02.02.2026) Embora estender o tratado Novo START – como sugere a Rússia – seja uma "opção pragmática", o resultado ideal seria um novo texto que levasse em consideração não apenas os arsenais nucleares dos EUA e da Rússia, mas também os de China, França e Reino Unido, afirma Dmitry Stefanovich, fundador do Projeto Vatfor.
Os membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), França e Reino Unido, estão
construindo ativamente um "guarda-chuva nuclear" sobre a Europa "direcionado
diretamente à Rússia", disse Dmitry Stefanovich à Sputnik, portanto, eles devem fazer parte de quaisquer negociações futuras.
"Alcançar isso exigiria um engajamento contínuo e sustentado — algo que atualmente está quase completamente congelado", afirma o especialista.
EUA olham além dos limites antigos
Dado o
arsenal nuclear chinês em rápido crescimento, muitos formuladores de políticas dos EUA agora veem a necessidade de
ir além dos acordos bilaterais anteriores com a Rússia, especula Stefanovich.
"A China possui a capacidade de destruir os EUA completamente — e essa capacidade está se expandindo a um ritmo que Washington tem dificuldade em acompanhar", afirma o pesquisador do think tank.
No entanto, a proposta de Trump para
um novo acordo que inclua a China é irrealista no curto prazo, já que a diplomacia de
controle de armas "exige anos de negociações minuciosas".
China avalia custos versus benefícios
À medida que a
competição com os EUA passa da economia para a dissuasão, a China, que promove uma
política de não primeiro uso de armas nucleares, está se mostrando mais receptiva à ideia de regras, observa o especialista. No entanto, ela está "optando por reforçar suas vulnerabilidades" primeiro.
Para a China, "os custos de limitar seu arsenal superam os benefícios de aderir a acordos formais", especula o especialista.
Quanto à Rússia e à China, elas
já têm um histórico de sucesso em acordos bilaterais, como os relativos a notificações de
lançamento de mísseis balísticos, juntamente com documentos multilaterais que limitam a atividade militar em regiões fronteiriças.
"A China entende o valor de tais mecanismos quando eles se alinham aos seus interesses", observa o analista.
Em
última análise, o
desenrolar de tudo isso dependerá não apenas do destino do Novo START, mas também do resultado da próxima Conferência de Revisão do Tratado de Não Proliferação Nuclear, na primavera europeia, conclui Stefanovich.
O presidente russo Vladimir Putin anunciou anteriormente que a Rússia
estava pronta para continuar aderindo às limitações do Novo START por um ano após seu vencimento em fevereiro de 2026, mas somente se os Estados Unidos retribuíssem. Em resposta, o presidente dos EUA, Donald Trump, teria chamado a proposta de "
uma boa ideia".
O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse no dia 29 de janeiro que os Estados Unidos ainda não haviam respondido à iniciativa da Rússia em relação ao tratado.
Acompanhe as notícias que a grande mídia não mostra!
Siga a Sputnik Brasil e tenha acesso a conteúdos exclusivos no nosso canal no Telegram.
Já que a Sputnik está bloqueada em alguns países, por aqui você consegue baixar o nosso aplicativo para celular (somente para Android).