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China critica decisão da Corte Suprema panamenha sobre canal: 'corrói confiança por pressão política'
China critica decisão da Corte Suprema panamenha sobre canal: 'corrói confiança por pressão política'
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Uma recente decisão da Suprema Corte do Panamá, que anulou a renovação da concessão portuária de uma empresa chinesa no Canal do Panamá, é factualmente... 03.02.2026, Sputnik Brasil
2026-02-03T23:11-0300
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As declarações referem-se à decisão de 29 de janeiro da Suprema Corte do país, que considerou "inconstitucional" a concessão dada à empresa Panama Ports Co., subsidiária da CK Hutchison Holdings, de Hong Kong, para operar dois dos principais portos do Canal do Panamá.A subsidiária anunciou ter iniciado um processo de arbitragem internacional contra o Panamá. Segundo as autoridades chinesas, o acordo de concessão esteve em vigor por 30 anos, e as autoridades competentes do Panamá confirmaram repetidamente que a empresa de Hong Kong cumpriu os termos do contrato e honrou integralmente suas obrigações. A decisão judicial mina seriamente os direitos e interesses legítimos da empresa, afirma o comunicado, advertindo que ela envia um sinal claro aos investidores internacionais de que o Panamá não é capaz de oferecer garantias sólidas.O presidente do Panamá, José Raúl Mulino, anunciou em 30 de janeiro que o governo está negociando com a APM Terminals, unidade da AP Moller-Maersk, para administrar os portos de forma temporária. Em resposta, o governo de Pequim afirmou que "tomará todas as medidas necessárias para salvaguardar firmemente os direitos e interesses legítimos e legais das empresas chinesas".Por sua vez, o secretário de Estado americano, Marco Rubio, ressaltou que essa decisão "fortalece a confiança, o Estado de Direito e a segurança nesta região estratégica"..Em seu discurso de posse no ano passado, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deixou claro que Washington pretendia assumir o controle do Canal do Panamá. Desde então, o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, tem visitado repetidamente o Panamá para transmitir a posição de Washington a Mulino.A decisão da Justiça panamenha foi amplamente vista como uma vitória para Washington, em meio ao acirramento da rivalidade entre Estados Unidos e China sobre as rotas comerciais globais.
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China critica decisão da Corte Suprema panamenha sobre canal: 'corrói confiança por pressão política'
23:11 03.02.2026 (atualizado: 00:37 04.02.2026) Uma recente decisão da Suprema Corte do Panamá, que anulou a renovação da concessão portuária de uma empresa chinesa no Canal do Panamá, é factualmente infundada e politicamente motivada, afirmou o Escritório de Assuntos de Hong Kong e Macau da China em sua conta nas redes sociais, nesta terça-feira (3).
As declarações referem-se à decisão de 29 de janeiro da Suprema Corte do país, que considerou "inconstitucional" a concessão dada à empresa Panama Ports Co., subsidiária da CK Hutchison Holdings, de Hong Kong, para operar dois dos principais portos do Canal do Panamá.
A subsidiária anunciou ter iniciado um processo de arbitragem internacional contra o Panamá. Segundo as autoridades chinesas, o acordo de concessão esteve em vigor por 30 anos, e as autoridades competentes do Panamá confirmaram repetidamente que a empresa de Hong Kong cumpriu os termos do contrato e honrou integralmente suas obrigações.
A decisão judicial mina seriamente os direitos e interesses legítimos da empresa, afirma o comunicado, advertindo que ela envia um sinal claro aos investidores internacionais de que o Panamá não é capaz de oferecer garantias sólidas.
O
presidente do Panamá, José Raúl Mulino, anunciou em 30 de janeiro que o governo está negociando com a APM Terminals, unidade da AP Moller-Maersk, para
administrar os portos de forma temporária.
Em resposta, o
governo de Pequim afirmou que "tomará todas as medidas necessárias para
salvaguardar firmemente os direitos e interesses legítimos e legais das empresas chinesas".
Por sua vez, o
secretário de Estado americano,
Marco Rubio, ressaltou que essa decisão "fortalece a confiança, o Estado de Direito e a segurança nesta região estratégica"..
Em seu discurso de posse no ano passado, o
presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deixou claro que Washington pretendia assumir o
controle do Canal do Panamá. Desde então, o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, tem visitado repetidamente o Panamá para transmitir a posição de Washington a Mulino.
A decisão da Justiça panamenha foi amplamente vista como uma
vitória para Washington, em meio ao
acirramento da rivalidade entre Estados Unidos e China sobre as rotas comerciais globais.
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