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EUA propõem bloco de 'minerais críticos' para competir com China
EUA propõem bloco de 'minerais críticos' para competir com China
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Washington propôs nesta quarta-feira (4) a criação de um bloco de países aliados para garantir o fornecimento de minerais críticos e reduzir a dependência... 04.02.2026, Sputnik Brasil
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O encontro reuniu representantes de 55 países, dentre eles México e o Japão, além da União Europeia. Os EUA propõem expandir a produção e diversificar as cadeias de suprimento por meio de novos investimentos e marcos de cooperação.O secretário de Estado, Marco Rubio, alertou que a concentração do fornecimento desses minerais em um único país representa "um risco geopolítico" e "uma possível ferramenta de pressão". A Casa Branca adotou medidas agressivas para fomentar a produção doméstica de terras raras, fundamentais para tecnologias como smartphones, veículos elétricos e sistemas de defesa. Segundo o Financial Times (FT), empresas como MP Materials, USA Rare Earth e Lynas viram suas ações mais que dobrarem em valor, refletindo o apoio governamental e o clima de urgência geopolítica.O movimento também beneficia mineradoras de outros metais críticos, como lítio, cobalto e germânio. Recentemente, os EUA adquiriram participações em empresas canadenses como Lithium Americas e Trilogy Metals, cujas ações dispararam após os anúncios. O plano inclui a criação de uma reserva estratégica e um piso de preço para proteger o mercado da volatilidade.Para acelerar a produção, o governo flexibilizou regras ambientais e agilizou licenças, promovendo a política "mine, baby, mine" (minere, meu bem, minere) — um trocadilho com a expressão usada por Trump em políticas energéticas para incentivar a exploração de petróleo. Com isso, a tensão com a China aumentou após novos controles de exportação impostos por Pequim, que agora exige aprovação para exportar ímãs com traços de terras raras.Minerais como lítio, alumínio e zinco são fundamentais para baterias, semicondutores e tecnologias estratégicas. A China domina globalmente a cadeia de terras raras, cerca de 70% da extração, mais de 90% do refino e 93% da fabricação de ímãs permanentes.
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EUA propõem bloco de 'minerais críticos' para competir com China
Washington propôs nesta quarta-feira (4) a criação de um bloco de países aliados para garantir o fornecimento de minerais críticos e reduzir a dependência global da China desses materiais essenciais para a indústria tecnológica e de defesa.
"Queremos que os membros formem um bloco comercial entre aliados e parceiros, que assegure o acesso dos EUA aos recursos necessários para seu poder industrial", afirmou o vice-presidente JD Vance durante uma reunião ministerial realizada pelo Departamento de Estado.
O encontro reuniu representantes de 55 países, dentre eles México e o Japão, além da União Europeia. Os EUA propõem expandir a produção e diversificar as cadeias de suprimento por meio de novos investimentos e marcos de cooperação.

18 de outubro 2025, 06:14
O
secretário de Estado, Marco Rubio, alertou que a concentração do fornecimento desses minerais em um único país representa
"um risco geopolítico" e "uma possível ferramenta de pressão".
A Casa Branca adotou medidas agressivas para
fomentar a produção doméstica de terras raras, fundamentais para tecnologias como smartphones, veículos elétricos e sistemas de defesa.
Segundo o Financial Times (FT), empresas como MP Materials, USA Rare Earth e Lynas viram suas ações mais que dobrarem em valor,
refletindo o apoio governamental e o clima de urgência geopolítica.
O movimento também beneficia mineradoras de outros metais críticos, como lítio, cobalto e germânio. Recentemente, os EUA adquiriram participações em empresas canadenses como Lithium Americas e Trilogy Metals,
cujas ações dispararam após os anúncios. O plano inclui a criação de uma
reserva estratégica e um piso de preço para proteger o mercado da volatilidade.
Para acelerar a produção, o governo flexibilizou regras ambientais e agilizou licenças, promovendo a política "mine, baby, mine" (minere, meu bem, minere) — um trocadilho com a expressão usada por Trump em políticas energéticas para incentivar a exploração de petróleo.
Com isso, a tensão com a China aumentou após novos
controles de exportação impostos por Pequim, que agora exige aprovação para
exportar ímãs com traços de terras raras.
Minerais como lítio, alumínio e zinco são fundamentais para baterias, semicondutores e tecnologias estratégicas. A China domina globalmente a cadeia de terras raras,
cerca de 70% da extração, mais de 90% do refino e 93% da fabricação de ímãs permanentes.
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