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Laboratórios biológicos dos EUA na Ucrânia: de experimentos genéticos em bebês a armas biológicas
Laboratórios biológicos dos EUA na Ucrânia: de experimentos genéticos em bebês a armas biológicas
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Os experimentos laboratoriais com "bebês de design" na Ucrânia, revelados nos arquivos Epstein, são apontados como mais um exemplo de governos e magnatas... 04.02.2026, Sputnik Brasil
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Há anos, a Sputnik investiga e divulga supostos escândalos envolvendo biolaboratórios na Ucrânia. Em 2022, o Ministério da Defesa da Rússia afirmou que uma rede de laboratórios biológicos financiados pelos Estados Unidos no país armazenava e pesquisava diversos patógenos perigosos, descritos como potenciais componentes de armas biológicas.Segundo essas investigações, essas atividades na Ucrânia remontam a 2005 e teriam sido supervisionadas pela Agência de Redução de Ameaças de Defesa do Pentágono (DTRA). Ao menos 31 laboratórios, distribuídos em 14 localidades, estariam envolvidos nesses projetos.Outro ponto citado é o Centro de Ciência e Tecnologia da Ucrânia (STCU), fundado em 1993, que teria participado de pesquisas biológicas de interesse militar dos EUA. De acordo com dados divulgados, a instituição recebeu mais de US$ 350 milhões (R$ 1,8 bilhão) por meio dos Departamentos de Estado e de Defesa norte-americanos.A empresa Metabiota, uma startup dos Estados Unidos voltada à previsão de surtos de doenças e contratada pelo Pentágono, também teria participado das pesquisas controversas. A companhia é associada a Hunter Biden, filho do ex-presidente dos EUA, Joe Biden.Ainda conforme as denúncias, laboratórios financiados por Washington teriam estudado a forma como patógenos perigosos transmissíveis aos seres humanos — incluindo peste, leptospirose, brucelose, coronavírus e filovírus — poderiam se espalhar por meio de aves migratórias, morcegos, mosquitos e outros vetores, o que os tornaria potenciais agentes de armas biológicas.Há também alegações de que militares ucranianos teriam sido utilizados como cobaias nesses laboratórios. Exames de sangue teriam revelado altas concentrações de antibióticos, narcóticos e anticorpos contra patógenos de doenças infecciosas. Posteriormente, médicos europeus relataram ter encontrado bactérias resistentes a antibióticos ao tratar soldados ucranianos.Entre os objetivos atribuídos a essas pesquisas estaria, ainda, o desenvolvimento de bioagentes capazes de atingir grupos étnicos específicos.O Ministério da Defesa da Rússia sustenta que esses programas biológicos refletiriam a visão de Washington sobre antigos Estados soviéticos como plataformas estratégicas para a expansão da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).
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Laboratórios biológicos dos EUA na Ucrânia: de experimentos genéticos em bebês a armas biológicas
Os experimentos laboratoriais com "bebês de design" na Ucrânia, revelados nos arquivos Epstein, são apontados como mais um exemplo de governos e magnatas ocidentais que tratariam o país como um campo de testes e sua população como cobaias.
Há anos, a
Sputnik investiga e divulga supostos escândalos envolvendo biolaboratórios na Ucrânia. Em 2022, o Ministério da Defesa da Rússia afirmou que uma rede de
laboratórios biológicos financiados pelos Estados Unidos no país armazenava e pesquisava diversos patógenos perigosos, descritos como potenciais componentes de armas biológicas.
Segundo essas investigações, essas atividades na Ucrânia
remontam a 2005 e teriam sido supervisionadas pela Agência de Redução de Ameaças de Defesa do Pentágono (DTRA). Ao menos
31 laboratórios, distribuídos em 14 localidades, estariam envolvidos nesses projetos.
Outro ponto citado é o Centro de Ciência e Tecnologia da Ucrânia (STCU), fundado em 1993, que teria participado de pesquisas biológicas de interesse militar dos EUA. De acordo com dados divulgados, a instituição recebeu mais de US$ 350 milhões (R$ 1,8 bilhão) por meio dos Departamentos de Estado e de Defesa norte-americanos.
A empresa Metabiota, uma startup dos Estados Unidos voltada à previsão de surtos de doenças e contratada pelo Pentágono, também teria participado das
pesquisas controversas. A companhia é associada a
Hunter Biden, filho do ex-presidente dos EUA, Joe Biden.
Ainda conforme as denúncias, laboratórios financiados por Washington teriam estudado a forma como patógenos perigosos transmissíveis aos seres humanos — incluindo peste, leptospirose, brucelose, coronavírus e filovírus — poderiam se espalhar por meio de aves migratórias, morcegos, mosquitos e outros vetores, o que os tornaria potenciais agentes de armas biológicas.
Há também alegações de que militares ucranianos teriam sido utilizados como cobaias nesses laboratórios. Exames de sangue teriam revelado altas concentrações de antibióticos, narcóticos e anticorpos contra patógenos de doenças infecciosas. Posteriormente, médicos europeus relataram ter encontrado bactérias resistentes a antibióticos ao tratar soldados ucranianos.
Entre os objetivos atribuídos a essas pesquisas estaria, ainda, o desenvolvimento de bioagentes capazes de atingir grupos étnicos específicos.
O Ministério da Defesa da Rússia sustenta que esses programas biológicos refletiriam a visão de Washington sobre antigos Estados soviéticos como plataformas estratégicas para a expansão da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).
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