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Brasil critica medidas de Israel para aquisição de imóveis na Cisjordânia
Brasil critica medidas de Israel para aquisição de imóveis na Cisjordânia
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Itamaraty publicou uma nota condenando a decisão administrativa de Israel dizendo que pode estimular a expansão de assentamentos na região, algo considerado... 10.02.2026, Sputnik Brasil
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Nesta terça-feira (10), o governo brasileiro manifestou repúdio às medidas aprovadas pelo gabinete de segurança de Israel, que alteram regras de registro de terras e facilitam a compra de imóveis por cidadãos israelenses na Cisjordânia, território palestino ocupado.Segundo o Itamaraty, as decisões ampliam a atuação administrativa israelense na região e podem estimular a expansão de assentamentos considerados ilegais.A nota aponta a decisão do Estado israelense como uma "flagrante violação do direito internacional, incluindo de resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas". Sobretudo, também pontua que é contra o parecer consultivo de 19 de julho de 2024 da Corte Internacional de Justiça da ONU, que considerou ilícita a presença contínua de Israel no território palestino ocupado.Na segunda-feira (9), o jornalista Barak Ravid, do Axios, disse que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se opõe à anexação da Cisjordânia por Israel, segundo uma afirmação de um funcionário da Casa Branca. O funcionário teria acrescentado que uma Cisjordânia estável garante a segurança de Israel e está em consonância com o objetivo do governo Trump de alcançar a paz na região.
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Brasil critica medidas de Israel para aquisição de imóveis na Cisjordânia
16:56 10.02.2026 (atualizado: 19:36 10.02.2026) Itamaraty publicou uma nota condenando a decisão administrativa de Israel dizendo que pode estimular a expansão de assentamentos na região, algo considerado ilegal no direito internacional.
Nesta terça-feira (10), o governo brasileiro manifestou repúdio às medidas aprovadas pelo gabinete de segurança de Israel, que alteram regras de registro de terras e facilitam a compra de imóveis por cidadãos israelenses na Cisjordânia, território palestino ocupado.
Segundo o Itamaraty, as decisões ampliam a atuação administrativa israelense na região e podem estimular a expansão de assentamentos
considerados ilegais.
"Ao recordar o direito inalienável do povo palestino a um Estado independente e soberano, o Brasil insta Israel a abster-se de adotar ações unilaterais equivalentes à anexação do território palestino ocupado e que ameacem a viabilidade da implementação da solução de dois Estados e a possibilidade de paz justa e sustentável no Oriente Médio", diz a nota divulgada pelo Itamaraty.
A nota aponta a decisão do Estado israelense como uma "flagrante violação do direito internacional, incluindo de resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas". Sobretudo, também pontua que é contra o parecer consultivo de 19 de julho de 2024 da Corte Internacional de Justiça da ONU, que considerou ilícita a presença contínua de Israel no território palestino ocupado.
Na segunda-feira (9), o jornalista Barak Ravid, do Axios, disse que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump,
se opõe à anexação da Cisjordânia por Israel, segundo uma afirmação de um funcionário da Casa Branca. O funcionário teria acrescentado que uma
Cisjordânia estável garante a segurança de Israel e está em consonância com o objetivo do governo Trump de alcançar a paz na região.
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