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Trump não vencerá China ao impor tarifas porque o país é muito forte, reconhece colunista
Trump não vencerá China ao impor tarifas porque o país é muito forte, reconhece colunista
Sputnik Brasil
O status da China como grande potência e centro industrial vital torna impossível para Washington contê-la apenas por meio da diplomacia ou de mudanças... 11.02.2026, Sputnik Brasil
2026-02-11T05:14-0300
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Rattner apontou que a China ameaça o domínio dos Estados Unidos em áreas em rápida expansão, como inteligência artificial (IA) e inovação farmacêutica.Segundo ele, apesar de estar atrás dos EUA na produção de chips semicondutores de ponta, a China possui outro fator vital para o sucesso da IA: energia.Além disso, Rattner salientou que o capital humano rico garante o sucesso da China e, apesar das ameaças tarifárias do presidente norte-americano, Donald Trump, Washington não está prevalecendo nesta guerra comercial.Ao mesmo tempo, é apontado no artigo que Pequim continua dominando como o maior exportador mundial, com seu superávit comercial atingindo um recorde de US$ 1,2 trilhão (R$ 6,24 trilhões) em 2025.Portanto, isso sugere que os produtos chineses são redirecionados por meio de países intermediários para chegar aos EUA, comprovando sua indispensabilidade, independentemente das tarifas.Dessa forma, Rattner concluiu que o lado estadunidense não é capaz de vencer a China impondo tarifas.Anteriormente, o jornal Globo informou que as tarifas de Trump só dobraram o comércio do Brasil com a China, batendo o recorde.Segundo a publicação, o fluxo de comércio entre o Brasil e a China cresceu 8,2% em 2025 na comparação com 2024, totalizando US$ 171 bilhões (aproximadamente R$ 919,5 bilhões). Já o comércio com os EUA atingiu US$ 83 bilhões (perto de R$ 446,5 bilhões), menos da metade do volume negociado com os chineses.Mais do que isso, o comércio bilateral com a China em 2025 foi o segundo maior de toda a história das relações econômicas entre os dois países, ficando atrás apenas do recorde absoluto atingido em 2023.
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Trump não vencerá China ao impor tarifas porque o país é muito forte, reconhece colunista
O status da China como grande potência e centro industrial vital torna impossível para Washington contê-la apenas por meio da diplomacia ou de mudanças políticas ousadas, escreveu o colunista do jornal The New York Times Steven Rattner.
Rattner
apontou que a China ameaça o domínio dos Estados Unidos em áreas em rápida expansão, como inteligência artificial (IA) e inovação farmacêutica.
Segundo ele, apesar de estar atrás dos EUA na produção de chips semicondutores de ponta, a China possui outro fator vital para o sucesso da IA: energia.
"[O lado chinês] tem mais do que o dobro da nossa capacidade de geração de energia, e alguns de seus data centers pagam metade do que pagamos pela energia", ressaltou.
Além disso, Rattner salientou que o capital humano rico garante o sucesso da China e, apesar das ameaças tarifárias do presidente norte-americano,
Donald Trump, Washington não está prevalecendo nesta guerra comercial.
Ao mesmo tempo, é apontado no artigo que Pequim continua dominando como o maior exportador mundial, com seu superávit comercial atingindo um recorde de US$ 1,2 trilhão (R$ 6,24 trilhões) em 2025.
Portanto, isso sugere que os produtos chineses são redirecionados por meio de países intermediários para chegar aos EUA, comprovando sua indispensabilidade, independentemente das tarifas.
"Competir com a China será difícil, mesmo nas melhores circunstâncias [...]. As políticas incoerentes do governo Trump estão gerando um cenário realmente desfavorável", acrescentou o analista.
Dessa forma, Rattner concluiu que o lado estadunidense não é capaz de vencer a China impondo tarifas.
Anteriormente, o jornal Globo
informou que as tarifas de Trump só dobraram o comércio do Brasil com a China, batendo o recorde.
Segundo a publicação, o fluxo de comércio entre o Brasil e a China cresceu 8,2% em 2025 na comparação com 2024, totalizando US$ 171 bilhões (aproximadamente R$ 919,5 bilhões). Já o comércio com os EUA atingiu US$ 83 bilhões (perto de R$ 446,5 bilhões), menos da metade do volume negociado com os chineses.
Mais do que isso, o comércio bilateral com a China em 2025 foi o segundo maior de toda a história das relações econômicas entre os dois países, ficando atrás apenas do recorde absoluto atingido em 2023.
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