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Irã busca a paz sem descartar 'quaisquer restrições' à sua defesa, afirma chanceler
Irã busca a paz sem descartar 'quaisquer restrições' à sua defesa, afirma chanceler
Sputnik Brasil
Em entrevista, Abbas Araghchi afirmou que a situação interna do Irã está voltando à normalidade e que o país iniciou o processo de transição constitucional... 01.03.2026, Sputnik Brasil
2026-03-01T12:58-0300
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O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou em entrevista à Al Jazeera que o país “não tem restrições ou limites” quando se trata de sua defesa, em meio ao agravamento das tensões regionais após recentes confrontos militares. Segundo ele, a atual guerra foi uma decisão tomada pelos Estados Unidos e por Israel, que, em sua avaliação, devem ser responsabilizados e pressionados internacionalmente.Araghchi declarou que o Irã é capaz de se defender e que qualquer tentativa externa de alterar a estrutura de poder do país seria “impossível”, ressaltando que a ausência ou morte de um líder não implica mudança no rumo político iraniano. O ministro também afirmou que a situação interna está voltando à normalidade, com serviços públicos funcionando e o Estado operando regularmente.De acordo com o chefe da diplomacia iraniana, o país iniciou neste domingo um processo constitucional de transição após a morte do líder supremo Ali Khamenei. Um Conselho de Transição foi criado para administrar o país temporariamente, composto pelo presidente, pelo chefe do poder Judiciário e por um jurista do Conselho dos Guardiães. Esse grupo assume provisoriamente as funções da liderança até que um novo líder supremo seja escolhido pela Assembleia de Peritos, conforme previsto na Constituição iraniana.Araghchi indicou que a escolha do novo líder poderá ocorrer rapidamente. “Presumo que leve um curto período de tempo. Talvez em um ou dois dias elejam um novo líder para o país”, afirmou, acrescentando que o processo segue em conformidade com o sistema legal iraniano.O ministro classificou o assassinato de Khamenei como “um ato muito grave e sem precedentes” e uma “violação flagrante do direito internacional”, alertando que o episódio tende a tornar a confrontação regional mais complexa e perigosa. Ele também criticou Washington, afirmando que o Irã sempre esteve aberto à diplomacia, “ao contrário da América, que nos atacou pela segunda vez durante as negociações”, em referência a conversas que, segundo ele, ainda estavam em curso.Segundo Araghchi, unidades das Forças Armadas iranianas continuam atuando de forma independente, seguindo diretrizes previamente estabelecidas, e contra-ataques iranianos contra bases norte-americanas na região teriam levado forças dos EUA a iniciar processos de evacuação.
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Irã busca a paz sem descartar 'quaisquer restrições' à sua defesa, afirma chanceler
12:58 01.03.2026 (atualizado: 13:24 01.03.2026) Em entrevista, Abbas Araghchi afirmou que a situação interna do Irã está voltando à normalidade e que o país iniciou o processo de transição constitucional após morte do líder supremo Ali Khamenei.
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou em entrevista à Al Jazeera que o país
“não tem restrições ou limites” quando se trata de sua defesa,
em meio ao agravamento das tensões regionais após recentes confrontos militares. Segundo ele, a atual guerra foi uma decisão tomada pelos
Estados Unidos e por Israel, que, em sua avaliação, devem ser responsabilizados e pressionados internacionalmente.
Araghchi declarou que o Irã é capaz de se defender e que qualquer tentativa externa de alterar a estrutura de poder do país seria “impossível”, ressaltando que a ausência ou morte de um líder não implica mudança no rumo político iraniano.
O ministro também afirmou que a situação interna está voltando à normalidade, com serviços públicos funcionando e o Estado operando regularmente.
"Não estamos atacando nossos vizinhos no golfo Pérsico; estamos atacando a presença norte-americana nesses países", explicou o ministro.
De acordo com o chefe da diplomacia iraniana, o país iniciou neste domingo um processo constitucional de transição após a morte do líder supremo Ali Khamenei. Um Conselho de Transição foi criado para administrar o país temporariamente, composto pelo presidente, pelo chefe do poder Judiciário e por um jurista do Conselho dos Guardiães.
Esse grupo assume provisoriamente as funções da liderança até que um novo líder supremo seja escolhido pela Assembleia de Peritos, conforme previsto na Constituição iraniana.
Araghchi indicou que a escolha do novo líder poderá ocorrer rapidamente. “Presumo que leve um curto período de tempo. Talvez em um ou dois dias elejam um novo líder para o país”, afirmou, acrescentando que o processo segue em conformidade com o sistema legal iraniano.
O ministro classificou o assassinato de Khamenei como “um ato muito grave e sem precedentes” e uma “violação flagrante do direito internacional”, alertando que o episódio tende a tornar a confrontação regional mais complexa e perigosa.
Ele também
criticou Washington, afirmando que o Irã sempre esteve aberto à diplomacia, “ao contrário da América,
que nos atacou pela segunda vez durante as negociações”, em referência a conversas que, segundo ele, ainda estavam em curso.
Segundo Araghchi, unidades das Forças Armadas iranianas continuam atuando de forma independente, seguindo diretrizes previamente estabelecidas, e contra-ataques iranianos contra bases norte-americanas na região teriam levado forças dos EUA a iniciar processos de evacuação.
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