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EUA lançam operações ao redor do mundo sem ter munições em quantidade suficiente, diz analista
EUA lançam operações ao redor do mundo sem ter munições em quantidade suficiente, diz analista
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O principal problema de Washington no Oriente Médio é a expansão global excessiva dos Estados Unidos, disse à Sputnik o analista geopolítico Brian Berletic... 01.03.2026, Sputnik Brasil
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Segundo o analista, Washington está tentando travar várias guerras e guerras por procuração de agressão em todo o mundo, da América Latina à Ucrânia, na Europa, e no Oriente Médio, no Irã e no Iêmen.Ao mesmo tempo, os EUA também estão reunindo forças para um confronto com a China na região da Ásia-Pacífico e o país simplesmente não tem munições suficientes para tudo isso.Na ótica do especialista, a estratégia dos EUA envolve mais a movimentação dos estoques existentes em todo o mundo do que a produção de munições adicionais.Nesse contexto, ele salientou que, após os ataques de junho de 2025, os EUA suspenderam as operações e passaram a usar métodos assimétricos para enfraquecer a economia e desestabilizar politicamente o Irã.Os EUA também buscaram minar sua capacidade militar, enquanto transferiam os estoques existentes de armas e munições de suas muitas bases ao redor do mundo para lançar outra rodada de hostilidades.Dessa forma, o especialista apontou que os contribuintes estadunidenses vão pagar por todos os custos com a guerra. Os cidadãos dos EUA pagam por todas as guerras de agressão dos Estados Unidos no exterior, não apenas em termos de impostos desviados para gastos militares elevados.Ao mesmo tempo, ele concluiu que os contribuintes norte-americanos arcam com o custo do dinheiro que deixa de estar disponível no país para atender aos interesses reais do povo estadunidense, como infraestrutura, saúde e educação.Anteriormente, a Bloomberg informou que os estoques de munições dos EUA e de Israel podem esgotar-se em poucos dias se o Irã continuar a atacar com a mesma intensidade.Segundo observa a agência, a capacidade dos EUA, de Israel e dos Estados do golfo Pérsico para resistir aos ataques retaliatórios do Irã dependerá do número de interceptadores de mísseis que eles têm. Nota-se que os estoques, provavelmente, são muito baixos após o intenso confronto com o Irã no ano passado.
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EUA lançam operações ao redor do mundo sem ter munições em quantidade suficiente, diz analista
11:25 01.03.2026 (atualizado: 12:28 01.03.2026) O principal problema de Washington no Oriente Médio é a expansão global excessiva dos Estados Unidos, disse à Sputnik o analista geopolítico Brian Berletic, comentando uma reportagem da Bloomberg segundo a qual os estoques de interceptadores de mísseis dos EUA poderiam se esgotar em poucos dias caso os ataques retaliatórios iranianos continuassem.
Segundo o analista, Washington está tentando travar várias guerras e guerras por procuração de agressão em todo o mundo, da América Latina à Ucrânia, na Europa, e no
Oriente Médio, no Irã e no Iêmen.
Ao mesmo tempo, os EUA também estão reunindo forças para um confronto com a China na região da Ásia-Pacífico e o país simplesmente não tem munições suficientes para tudo isso.
"É difícil prever por quanto tempo os estoques dos EUA e de Israel durarão ao ritmo atual de uso [dois a três interceptadores por míssil], mas eles já estavam significativamente esgotados mesmo antes do início da última rodada de agressões", ressaltou.
Na ótica do especialista, a estratégia dos EUA envolve mais a movimentação dos estoques existentes em todo o mundo do que a produção de munições adicionais.
Nesse contexto, ele salientou que, após os ataques de junho de 2025, os EUA suspenderam as operações e passaram a usar métodos assimétricos para enfraquecer a economia e desestabilizar politicamente o Irã.
Os EUA também buscaram minar sua capacidade militar, enquanto transferiam os estoques existentes de armas e munições de suas muitas bases ao redor do mundo para lançar outra rodada de hostilidades.
"É possível que os Estados Unidos repitam esse processo outra vez se o Irã for capaz de resistir por mais tempo do que os estoques dos EUA permitam para um ataque efetivo", acrescentou.
Dessa forma, o especialista apontou que os
contribuintes estadunidenses vão pagar por todos os custos com a guerra. Os cidadãos dos EUA pagam por todas as guerras de agressão dos Estados Unidos no exterior, não apenas em termos de impostos desviados para
gastos militares elevados.

18 de outubro 2024, 10:09
Ao mesmo tempo, ele concluiu que os contribuintes norte-americanos arcam com o custo do dinheiro que deixa de estar disponível no país para atender aos interesses reais do povo estadunidense, como infraestrutura, saúde e educação.
Anteriormente, a Bloomberg
informou que os estoques de munições dos EUA e de Israel podem esgotar-se em poucos dias se o Irã continuar a atacar com a mesma intensidade.
Segundo observa a agência, a capacidade dos EUA, de Israel e dos Estados do golfo Pérsico para resistir aos ataques retaliatórios do Irã dependerá do número de interceptadores de mísseis que eles têm. Nota-se que os estoques, provavelmente, são muito baixos após o intenso confronto com o Irã no ano passado.
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