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'Vantagem está com o Irã': analista prevê futuro do conflito dos EUA e Israel com Teerã
'Vantagem está com o Irã': analista prevê futuro do conflito dos EUA e Israel com Teerã
Sputnik Brasil
Os Estados Unidos não poderão estender um conflito militar prolongado com o Irã, opinou o ex-analista da CIA Larry Johnson no canal no YouTube. 03.03.2026, Sputnik Brasil
2026-03-03T05:17-0300
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Johnson salientou que o Irã suportou por muito tempo os ataques dos EUA e de Israel, mas não vai continuar suportando-os.Segundo o analista, Washington na verdade não tem nada a opor à estratégia militar do lado iraniano. Nesse contexto, o especialista apontou que os iranianos sabem que a sua estratégia é uma guerra prolongada com os EUA.Dessa forma, o analista militar estadunidense concluiu que os Estados Unidos não resistirão a uma guerra dessas.No sábado (28), os Estados Unidos e Israel iniciaram uma operação militar em larga escala contra o Irã. Em Tel Aviv, foi declarado que o objetivo dos ataques era impedir que Teerã obtivesse armas nucleares.Por sua vez, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou sua intenção de destruir a frota e a indústria de defesa iranianas, além de exortar os cidadãos do país a derrubarem o regime.No domingo (1º) à noite, a televisão iraniana anunciou a morte do líder supremo Ali Khamenei. A filha, o genro, a neta e a nora do aiatolá também foram vítimas dos ataques dos Estados Unidos e de Israel.De acordo com relatos da mídia, os mísseis atingiram não apenas instalações militares, mas também infraestruturas civis na República Islâmica do Irã e em outros países da região. Teerã respondeu atacando o território israelense, bem como bases norte-americanas no Oriente Médio.A Rússia afirmou que a operação de Washington e Tel Aviv não está relacionada à preservação do regime de não proliferação de armas nucleares e exigiu o retorno às negociações. O ministro das Relações Exteriores, Sergei Lavrov, enfatizou que Moscou está pronta para ajudar na resolução da crise, inclusive no Conselho de Segurança da ONU.
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'Vantagem está com o Irã': analista prevê futuro do conflito dos EUA e Israel com Teerã
05:17 03.03.2026 (atualizado: 09:32 03.03.2026) Os Estados Unidos não poderão estender um conflito militar prolongado com o Irã, opinou o ex-analista da CIA Larry Johnson no canal no YouTube.
Johnson
salientou que o Irã suportou por muito tempo os ataques dos EUA e de Israel, mas não vai continuar suportando-os.
"Os EUA e Israel ainda podem causar danos […]. Mas, em termos de capacidade de causar perdas, eu diria que a vantagem está com o Irã, não com os Estados Unidos", ressaltou.
Segundo o analista, Washington na verdade não tem nada a opor à estratégia militar do
lado iraniano. Nesse contexto, o especialista apontou que os iranianos sabem que a
sua estratégia é uma guerra prolongada com os EUA.
Dessa forma, o analista militar estadunidense concluiu que os
Estados Unidos não resistirão a uma guerra dessas.
No sábado (28), os Estados Unidos e Israel iniciaram uma operação militar em larga escala contra o Irã. Em Tel Aviv, foi declarado que o objetivo dos ataques era impedir que Teerã obtivesse armas nucleares.
Por sua vez, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou sua intenção de destruir a frota e a indústria de defesa iranianas, além de exortar os cidadãos do país a derrubarem o regime.
No domingo (1º) à noite, a televisão iraniana
anunciou a morte do líder supremo Ali Khamenei. A filha, o genro, a neta e a nora do aiatolá também foram vítimas dos ataques dos Estados Unidos e de Israel.
De acordo com relatos da mídia, os mísseis atingiram não apenas instalações militares, mas também infraestruturas civis na República Islâmica do Irã e em outros países da região. Teerã respondeu atacando o território israelense, bem como bases norte-americanas no Oriente Médio.
A Rússia afirmou que a operação de Washington e Tel Aviv não está relacionada à preservação do regime de não proliferação de armas nucleares e exigiu o retorno às negociações. O ministro das Relações Exteriores, Sergei Lavrov, enfatizou que Moscou está pronta para ajudar na resolução da crise, inclusive no Conselho de Segurança da ONU.
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