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Interferência na política interna de outros países é uma prática constante dos EUA, observa analista
Interferência na política interna de outros países é uma prática constante dos EUA, observa analista
Sputnik Brasil
As declarações de Trump sobre seu desejo de participar da nomeação de um novo líder supremo iraniano refletem um modelo político profundamente enraizado nos... 07.03.2026, Sputnik Brasil
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Essas práticas intervencionistas de Washington não estão relacionadas a nenhum presidente específico, continuou o especialista.Com isso, Zunaidi lembrou uma longa série de golpes de Estado e intervenções militares apoiadas pelos EUA, como na Venezuela, Iraque, Líbia, Panamá, Afeganistão e Somália.O analista conclui apontando que a política externa de Washington se baseia na lógica da força, na demonstração de poder e na pressão política, independentemente das restrições morais e legais. Zunaidi enfatiza que Washington nunca respeitou plenamente os acordos internacionais ou a Carta da ONU.Em meio às tensões no Oriente Médio, o presidente Donald Trump afirmou na última sexta-feira (6) que iniciou um plano para ampliar significativamente a produção de armamentos. A declaração foi dada após uma reunião na Casa Branca com executivos das maiores empresas da indústria de defesa do país.Segundo Trump, as companhias concordaram em quadruplicar a fabricação de armas "excepcionais", consideradas de alta precisão e tecnologia. O presidente disse que a expansão já havia começado cerca de três meses antes do encontro e que novas linhas industriais e fábricas estavam em fase de implantação.Trump também afirmou que os Estados Unidos possuem um "suprimento praticamente ilimitado" de munições de nível médio e médio superior, que, segundo ele, estão sendo utilizadas nas operações militares recentes no Irã, assim como na Venezuela. Ele indicou ainda que novos pedidos de armamentos já foram feitos para reforçar os estoques militares.
https://noticiabrasil.net.br/20260307/trump-colocara-zelensky-em-seu-lugar-apos-ucraniano-tentar-intervir-no-conflito-do-ira-diz-analista-48690902.html
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Interferência na política interna de outros países é uma prática constante dos EUA, observa analista
As declarações de Trump sobre seu desejo de participar da nomeação de um novo líder supremo iraniano refletem um modelo político profundamente enraizado nos Estados Unidos de intervenção nos assuntos internos de outros Estados e promoção de mudanças de poder, disse o professor libanês de Direito Internacional, Mohamed Zunaidi, à Sputnik.
Essas práticas intervencionistas de Washington não estão relacionadas a nenhum presidente específico, continuou o especialista.
Com isso, Zunaidi lembrou uma longa série de golpes de Estado e intervenções militares apoiadas pelos EUA, como na Venezuela, Iraque, Líbia, Panamá, Afeganistão e Somália.
O analista conclui apontando que a política externa de Washington se baseia na lógica da força, na demonstração de poder e na pressão política, independentemente das restrições morais e legais. Zunaidi enfatiza que Washington nunca respeitou plenamente os acordos internacionais ou a Carta da ONU.
Em meio às tensões no Oriente Médio, o
presidente Donald Trump afirmou na última sexta-feira (6) que iniciou um plano para ampliar significativamente a produção de armamentos. A declaração foi dada após uma reunião na Casa Branca com executivos das maiores empresas da indústria de defesa do país.
Segundo Trump, as companhias concordaram em
quadruplicar a fabricação de armas "excepcionais", consideradas de alta precisão e tecnologia. O presidente disse que a expansão já havia começado cerca de três meses antes do encontro e que novas linhas industriais e fábricas estavam em fase de implantação.
Trump também afirmou que os Estados Unidos possuem um
"suprimento praticamente ilimitado" de munições de nível médio e médio superior, que, segundo ele, estão sendo utilizadas nas operações militares recentes no Irã,
assim como na Venezuela. Ele indicou ainda que novos pedidos de armamentos já foram feitos para reforçar os estoques militares.
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