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No 8 de março, mulheres relatam à Sputnik Brasil os desafios da vivência em sociedade

© Sputnik / Guilherme CorreiaManifestação em São Paulo contra a violência de gênero no Dia Internacional da Mulher
Manifestação em São Paulo contra a violência de gênero no Dia Internacional da Mulher  - Sputnik Brasil, 1920, 08.03.2026
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Em vídeo especial pelo Dia Internacional da Mulher (8), a Sputnik Brasil reúne depoimentos de mulheres que compartilham suas experiências em um mundo ainda marcado pelo machismo estrutural.
Nossa reportagem ouviu mulheres nas ruas do Rio de Janeiro. As entrevistadas ressaltaram as dificuldades do cotidiano, a luta por espaço e os avanços necessários para combater a desigualdade de gênero.
Um tópico destacado foi a violência de gênero. Vivian Bonaldi destacou a insegurança vivenciada pelas mulheres no dia-a-dia.
"A gente anda na rua sem segurança nenhuma. Quando um homem olha pra gente, a gente já fica com medo. Não sabemos como ele vai abordar a gente, se falarmos um não o que é que vai acontecer", disse.

Arma de fogo foi responsável por quase metade dos homicídios de mulheres em 2024

Um estudo do Instituto Sou da Paz mostra que quase metade das mulheres assassinadas no Brasil em 2024 foi morta com arma de fogo. Segundo o levantamento, 47% dos 3.642 homicídios de mulheres registrados no país no ano passado ocorreram com esse tipo de arma, o que a torna o principal meio usado nesses crimes.
A pesquisa também indica que 1.492 dessas mortes foram classificadas como feminicídio, cerca de 40% do total, e que muitos desses crimes acontecem dentro de casa, no contexto de violência doméstica.
O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, durante cerimônia no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), em setembro de 2025 - Sputnik Brasil, 1920, 07.03.2026
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Outro dado destacado pela instituição é que a presença de arma de fogo aumenta significativamente o risco de morte em episódios de violência contra mulheres: quando esse tipo de arma é utilizado, as chances de a vítima morrer podem ser até 85% maiores do que em agressões cometidas com outros meios.
O estudo aponta ainda que mulheres negras são as principais vítimas de homicídios femininos no país e que a região Nordeste concentra cerca de 38% dos casos, além de apresentar a maior taxa proporcional de assassinatos de mulheres.
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