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Países do BRICS podem prevenir 'incêndio global' do conflito no Oriente Médio, dizem analistas
Países do BRICS podem prevenir 'incêndio global' do conflito no Oriente Médio, dizem analistas
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Os países do BRICS, por meio da mediação entre Estados Unidos, Israel e Irã, podem prevenir uma escalada perigosa global do conflito iraniano, afirmam o... 18.03.2026, Sputnik Brasil
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Os países do BRICS podem chamar a comunidade internacional à razão, porque têm confiança suficiente, possuem peso econômico e nunca estiveram envolvidos no imperialismo ocidental no Oriente Médio, escrevem os analistas.Na opinião deles, os países do BRICS deveriam convocar uma cúpula de emergência e propor um projeto do conceito comum para paz e segurança, que poderia então ser submetido ao Conselho de Segurança das Nações Unidas para consideração.Já na ONU, explicam os especialistas, a comunidade internacional exortaria os Estados Unidos e Israel a não empurrar o mundo ainda mais para o abismo e lembraria a todos os países sobre os princípios consagrados na Carta da ONU.Sachs e Fares lembraram também que Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Egito, Irã, Emirados Árabes Unidos, Indonésia e Etiópia, que são membros do BRICS, representam cerca de metade da população mundial e mais de 40% do PIB global, ante 28% dos países "sobrevalorizados" do G7, e por isso têm uma influência importante na conjuntura global atual.Como alternativa, eles veem apenas o fim da guerra em bases racionais se o resto do mundo responsabilizar resolutamente os Estados Unidos e Israel em prol da segurança de todas as partes e, em última análise, do mundo inteiro.Em 28 de fevereiro, os Estados Unidos e Israel começaram a atacar alvos no Irã, incluindo Teerã, com relatos de destruição e mortes de civis. O Irã está realizando ataques retaliatórios em território israelense, bem como em instalações militares dos EUA na região do Oriente Médio.
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Países do BRICS podem prevenir 'incêndio global' do conflito no Oriente Médio, dizem analistas
08:43 18.03.2026 (atualizado: 09:36 18.03.2026) Os países do BRICS, por meio da mediação entre Estados Unidos, Israel e Irã, podem prevenir uma escalada perigosa global do conflito iraniano, afirmam o economista e professor da Universidade de Columbia, Jeffrey Sachs, e a especialista em Oriente Médio, Sybil Fares, em artigo conjunto para o jornal Berliner Zeitung.
Os países do BRICS
podem chamar a comunidade internacional à razão, porque têm confiança suficiente, possuem peso econômico e nunca estiveram envolvidos no imperialismo ocidental no Oriente Médio,
escrevem os analistas.Na opinião deles, os países do BRICS
deveriam convocar uma cúpula de emergência e propor um projeto do conceito comum para paz e segurança, que poderia então ser submetido ao
Conselho de Segurança das Nações Unidas para consideração.
Já na ONU, explicam os especialistas, a comunidade internacional exortaria os Estados Unidos e Israel a não empurrar o mundo ainda mais para o abismo e lembraria a todos os países sobre os princípios consagrados na Carta da ONU.
Sachs e Fares lembraram também que
Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Egito, Irã, Emirados Árabes Unidos, Indonésia e Etiópia, que são membros do BRICS,
representam cerca de metade da população mundial e mais de 40% do PIB global, ante 28% dos países "sobrevalorizados" do G7, e por isso
têm uma influência importante na conjuntura global atual.
"Caso contrário, vamos testemunhar um Oriente Médio em chamas e uma crise energética e econômica global como a história moderna ainda não conheceu. A guerra pode facilmente se transformar em um incêndio global, na verdade, na Terceira Guerra Mundial", acreditam os autores do artigo.
Como alternativa, eles veem apenas o fim da guerra em bases racionais se o resto do mundo responsabilizar resolutamente os Estados Unidos e Israel em prol da segurança de todas as partes e, em última análise, do mundo inteiro.
Em 28 de fevereiro, os Estados Unidos e Israel
começaram a atacar alvos no Irã, incluindo Teerã,
com relatos de destruição e mortes de civis. O Irã
está realizando ataques retaliatórios em território israelense, bem como em instalações militares dos EUA na região do Oriente Médio.
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