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Rosatom testa vaso sanguíneo criado com bioimpressão que funciona há um ano em um organismo vivo
Rosatom testa vaso sanguíneo criado com bioimpressão que funciona há um ano em um organismo vivo
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Experimento reforça o potencial da engenharia de tecidos para a produção de estruturas biológicas mais complexas 18.03.2026, Sputnik Brasil
2026-03-18T22:04-0300
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Pesquisadores da Rosatom que trabalham com tecnologias de bioimpressão alcançaram um avanço relevante na área de medicina regenerativa. Um vaso sanguíneo criado por bioengenharia, ou seja, produzido a partir de células vivas, permanece funcionando por um ano dentro de um organismo vivo sem sinais de rejeição ou complicações.O vaso foi implantado na artéria femoral de um coelho em fevereiro de 2025. Um ano após o procedimento, o animal permanece saudável e sem sinais de rejeição. O enxerto foi produzido em laboratório com células do próprio animal. O experimento foi criado em colaboração com a Mephi (Universidade Nacional de Pesquisa Nucelar, da Rússia).Atualmente, a tecnologia já permite produzir vasos sanguíneos com até 10 centímetros de comprimento. O método combina princípios de biologia, física e engenharia, utilizando campos acústicos ultrassônicos e técnicas de bioimpressão 3D para criar estruturas biológicas compatíveis com o organismo.Segundo o diretor-geral da Rosatom, Alexey Likhachev, a pesquisa representa um passo importante para aplicações médicas mais amplas. “Hoje a Rosatom conduz pesquisas pioneiras voltadas à saúde, aproximando o futuro da medicina. O trabalho dos nossos cientistas mostra como a inovação científica pode se transformar em tecnologias capazes de beneficiar milhões de pessoas”, afirmou Likhachev.Próximos passos da pesquisaOs pesquisadores planejam avançar nos próximos anos para a criação de estruturas mais complexas, como tireoide, rins e fígado. A expectativa é que essas tecnologias ajudem a reduzir filas de transplantes e ampliem as possibilidades de tratamento para pacientes que dependem de doações de órgãos.A equipe também trabalha no desenvolvimento de válvulas cardíacas produzidas por engenharia de tecidos, capazes de superar limitações dos modelos mecânicos e biológicos atualmente utilizados.
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Rosatom testa vaso sanguíneo criado com bioimpressão que funciona há um ano em um organismo vivo
Experimento reforça o potencial da engenharia de tecidos para a produção de estruturas biológicas mais complexas
Pesquisadores da Rosatom que trabalham com tecnologias de bioimpressão alcançaram um avanço relevante na área de medicina regenerativa. Um vaso sanguíneo criado por bioengenharia, ou seja, produzido a partir de células vivas,
permanece funcionando por um ano dentro de um organismo vivo sem sinais de rejeição ou complicações.
O vaso foi implantado na artéria femoral de um coelho em fevereiro de 2025. Um ano após o procedimento, o animal permanece saudável e sem sinais de rejeição. O enxerto foi produzido em laboratório com células do próprio animal. O experimento foi criado em colaboração com a Mephi (Universidade Nacional de Pesquisa Nucelar, da Rússia).
Atualmente, a tecnologia já permite produzir
vasos sanguíneos com até 10 centímetros de comprimento. O método combina princípios de biologia, física e engenharia, utilizando campos acústicos ultrassônicos e
técnicas de bioimpressão 3D para criar estruturas biológicas compatíveis com o organismo.
Segundo o diretor-geral da Rosatom, Alexey Likhachev, a pesquisa representa um passo importante para
aplicações médicas mais amplas. “Hoje a Rosatom conduz pesquisas pioneiras voltadas à saúde, aproximando o futuro da medicina. O trabalho dos nossos cientistas mostra como a inovação científica pode se transformar em tecnologias capazes de beneficiar milhões de pessoas”, afirmou Likhachev.

15 de setembro 2025, 17:05
Próximos passos da pesquisa
Os pesquisadores planejam avançar nos próximos anos para a criação de estruturas mais complexas, como tireoide, rins e fígado. A expectativa é que essas tecnologias ajudem a reduzir filas de transplantes e ampliem as possibilidades de tratamento para pacientes que dependem de doações de órgãos.
A equipe também trabalha no desenvolvimento de válvulas cardíacas produzidas por engenharia de tecidos, capazes de superar limitações dos modelos mecânicos e biológicos atualmente utilizados.
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