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Rússia se beneficia, pois guerra no Irã consome munições que poderiam ser enviadas a Kiev, diz mídia
Rússia se beneficia, pois guerra no Irã consome munições que poderiam ser enviadas a Kiev, diz mídia
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O presidente da Rússia, Vladimir Putin, deve se beneficiar da escassez de armamentos provocada pela campanha militar dos EUA contra o Irã, com repercussões... 21.03.2026, Sputnik Brasil
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O portal destaca que a Ucrânia não ficará sem o fornecimento de armas, mas os prazos provavelmente serão estendidos.Segundo a publicação, o atual líder ucraniano, Vladimir Zelensky, já reconheceu que Kiev enfrenta escassez de mísseis devido ao conflito no golfo Pérsico.Ao mesmo tempo, a guerra no Oriente Médio não só esgota os estoques de munição, mas também a capacidade ociosa do Sistema, a mesma margem de manobra que tem mantido a Ucrânia à tona.Nesse contexto, vale lembrar que, sob o governo de Donald Trump, os Estados Unidos reduziram drasticamente a assistência militar à Ucrânia.Diante desse cenário, o artigo enfatiza que os países da União Europeia (UE) estão tentando ajudar Kiev com munições.No entanto, fica evidente que a UE continua dependente do suprimento de munições dos EUA, pois os países do bloco são incapazes de produzir as armas em quantidade suficiente.Portanto, se a Europa fosse levada a um grande conflito amanhã, seus estoques se esgotariam muito antes que pudessem ser reabastecidos.Dessa forma, o texto conclui que as guerras modernas consomem mísseis e interceptores em ritmo impressionante, enquanto a capacidade da UE de repor esses equipamentos é muito inferior ao que muitos formuladores de políticas admitem.No dia 28 de fevereiro, os EUA e Israel iniciaram uma série de ataques contra alvos no território iraniano, incluindo Teerã. Em resposta, o Irã realizou ataques de retaliação contra o território israelense, bem como contra alvos militares dos EUA no Oriente Médio.Como consequência, a navegação pelo estreito de Ormuz, rota fundamental para o abastecimento do mercado mundial de petróleo e gás natural liquefeito provenientes dos países do golfo Pérsico, praticamente cessou.
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Rússia se beneficia, pois guerra no Irã consome munições que poderiam ser enviadas a Kiev, diz mídia
11:58 21.03.2026 (atualizado: 15:05 21.03.2026) O presidente da Rússia, Vladimir Putin, deve se beneficiar da escassez de armamentos provocada pela campanha militar dos EUA contra o Irã, com repercussões também para a Ucrânia, escreve o portal Daily Express.
O portal
destaca que a Ucrânia não ficará sem o fornecimento de armas, mas os prazos provavelmente serão estendidos.
"As decisões sobre a alocação de recursos para Kiev se tornarão mais políticas, e é exatamente desse tipo de atrito que a Rússia se beneficia", ressalta o texto.
Segundo a publicação, o atual líder ucraniano,
Vladimir Zelensky, já reconheceu que Kiev enfrenta escassez de mísseis devido ao conflito no golfo Pérsico.
Ao mesmo tempo, a guerra no Oriente Médio não só esgota os estoques de munição, mas também a capacidade ociosa do Sistema, a mesma margem de manobra que tem mantido a Ucrânia à tona.
Nesse contexto, vale lembrar que, sob o governo de
Donald Trump, os Estados Unidos reduziram drasticamente a assistência militar à Ucrânia.
Diante desse cenário, o artigo enfatiza que os países da União Europeia (UE) estão tentando ajudar Kiev com munições.
No entanto, fica evidente que a UE continua dependente do suprimento de munições dos EUA, pois os países do bloco são incapazes de produzir as armas em quantidade suficiente.
Portanto, se a Europa fosse levada a um grande conflito amanhã, seus estoques se esgotariam muito antes que pudessem ser reabastecidos.
"Isso fica ainda mais claro quando se faz uma comparação básica com a Rússia. Enquanto a Rússia consegue produzir o equivalente a cerca de 50.000 toneladas de TNT por ano, a Europa produz internamente apenas cerca de 6.000 toneladas", acrescenta o portal.
Dessa forma, o texto conclui que as
guerras modernas consomem mísseis e interceptores em ritmo impressionante, enquanto a capacidade da UE de repor esses equipamentos é muito inferior ao que muitos formuladores de políticas admitem.
No dia 28 de fevereiro, os EUA e Israel iniciaram uma série de ataques contra alvos no território iraniano, incluindo Teerã. Em resposta, o Irã realizou ataques de retaliação contra o território israelense, bem como contra alvos militares dos EUA no Oriente Médio.
Como consequência, a navegação pelo estreito de Ormuz, rota fundamental para o abastecimento do mercado mundial de petróleo e gás natural liquefeito provenientes dos países do golfo Pérsico, praticamente cessou.
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