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Ataque iraniano a Dimona destrói mito de sistemas de defesa aérea 'impenetráveis', diz analista
Ataque iraniano a Dimona destrói mito de sistemas de defesa aérea 'impenetráveis', diz analista
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O grande salto do Irã em capacidade de mísseis permitiu que o país atravessasse o renomado escudo de defesa aérea multicamadas de Israel, afirmou o... 22.03.2026, Sputnik Brasil
2026-03-22T22:08-0300
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Ainda de acordo com o analista, ataque expôs fragilidades do Domo de Ferro de Israel, projetado para interceptar foguetes de curto alcance e morteiros — não mísseis balísticos de alcance intermediário do Irã.As capacidades militares do Irã, segundo ele, agora permitem lançar mísseis balísticos a distâncias superiores a 2 mil km — incluindo a base militar conjunta EUA-Reino Unido em Diego Garcia.O Irã emprega táticas de saturação, lançando enxames de iscas como drones e mísseis de baixo calibre para sobrecarregar os sistemas de defesa antes dos ataques principais.Ele ponderou ainda que enquanto o Irã reforça sua imagem como uma potência militar relevante, compradores de armas ao redor do mundo observam as falhas dos sistemas Arrow, Patriot e THAAD.A alegada dominância do Irã no espaço aéreo coloca bases dos EUA em alerta globalmente, além de colocar grande parte da Europa dentro do alcance de seus mísseis. O amplo alcance do novo arsenal iraniano "representa um golpe humilhante para a inteligência israelense, que há muito sustentava conhecer todos os detalhes das capacidades do Irã", concluiu ele.Em 28 de fevereiro de 2026, o Exército de Israel, em conjunto com as Forças Armadas dos EUA, iniciou a operação militar Fúria Épica (Epic Fury) contra o Irã, devido ao suposto desenvolvimento de seu próprio programa nuclear pela República Islâmica.Teerã defendeu o caráter pacífico de seu programa nuclear, apelando ao Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares (TNP), demonstrando disposição de congelar o enriquecimento de urânio e a permitir que as instalações fossem inspecionadas pela Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA). No entanto, o país se recusava a eliminar completamente sua infraestrutura nuclear. Os EUA, por sua vez, insistiam no "zero nuclear".
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Ataque iraniano a Dimona destrói mito de sistemas de defesa aérea 'impenetráveis', diz analista
O grande salto do Irã em capacidade de mísseis permitiu que o país atravessasse o renomado escudo de defesa aérea multicamadas de Israel, afirmou o especialista em ciência política e relações internacionais, Dr. Simon Tsipis, à Sputnik, neste domingo (22).
Ainda de acordo com o analista, ataque expôs
fragilidades do Domo de Ferro de Israel, projetado para interceptar foguetes de curto alcance e morteiros — não mísseis balísticos de alcance intermediário do Irã.
As capacidades militares do Irã, segundo ele, agora permitem lançar mísseis balísticos a distâncias
superiores a 2 mil km — incluindo a base militar conjunta EUA-Reino Unido em Diego Garcia.
O Irã emprega
táticas de saturação, lançando enxames de iscas como drones e mísseis de baixo calibre para sobrecarregar os sistemas de defesa antes dos ataques principais.
Ele ponderou ainda que enquanto o Irã reforça sua imagem como uma potência militar relevante, compradores de armas ao redor do mundo observam as
falhas dos sistemas Arrow, Patriot e THAAD.
A alegada dominância do
Irã no espaço aéreo coloca bases dos EUA em alerta globalmente, além de colocar grande parte da Europa dentro do alcance de seus mísseis.
O amplo alcance do novo arsenal iraniano "representa um golpe humilhante para a inteligência israelense, que há muito sustentava conhecer todos os detalhes das capacidades do Irã", concluiu ele.
Em 28 de fevereiro de 2026, o
Exército de Israel, em conjunto com as Forças Armadas dos EUA, iniciou a operação militar Fúria Épica (Epic Fury) contra o Irã,
devido ao suposto desenvolvimento de seu próprio programa nuclear pela República Islâmica.
Teerã defendeu o caráter pacífico de seu programa nuclear
, apelando ao
Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares (TNP),
demonstrando disposição de congelar o enriquecimento de urânio e a permitir que as instalações fossem inspecionadas pela Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA). No entanto, o país se recusava a eliminar completamente sua infraestrutura nuclear. Os EUA, por sua vez, insistiam no "zero nuclear".
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