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Enviar tropas para a Ilha de Kharg seria um erro, alerta ex-diretor de Contraterrorismo dos EUA

© AP Photo / Horst FaasEsta é uma vista dos canos e de um navio-tanque no cais de Kharg, no Irã, o maior do mundo, julho de 1971
Esta é uma vista dos canos e de um navio-tanque no cais de Kharg, no Irã, o maior do mundo, julho de 1971 - Sputnik Brasil, 1920, 23.03.2026
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O envio de tropas dos EUA para a Ilha de Kharg seria desastroso para os Estados Unidos, já que o Irã estaria, na prática, fazendo reféns, declarou o ex-diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo dos EUA, Joe Kent.
O Axios informou anteriormente que o presidente dos EUA, Donald Trump, está planeja tomar a Ilha de Kharg, no Irã, a fim de pressionar Teerã a permitir a navegação no estreito de Ormuz.

"Acho simplesmente que isso seria um desastre", disse Kent em entrevista ao Washington Post. "Seria basicamente dar ao Irã um monte de reféns em uma ilha que eles poderiam atacar com drones e mísseis".

O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, confirmou mais cedo no domingo que todas as opções continuam sobre a mesa e não descartou a possibilidade de enviar tropas americanas para a ilha iraniana.
Em 28 de fevereiro, os EUA e Israel começaram a atacar alvos no Irã, incluindo Teerã, causando danos e milhares vítimas civis.
O Irã está realizando ataques de retaliação contra o território israelense, bem como contra alvos militares dos EUA no Oriente Médio.
Joe Kent, director del Centro Nacional de Contraterrorismo de Estados Unidos - Sputnik Brasil, 1920, 17.03.2026
Panorama internacional
Diretor do Centro de Contraterrorismo dos EUA renuncia por discordar de guerra no Irã
Kent pediu demissão na semana passada, afirmando que não pode apoiar a guerra em andamento no Irã. Segundo Kent, autoridades norte‑americanas foram influenciadas por uma operação de desinformação cujo propósito era levar os EUA a um conflito com o Irã.
Após a renúncia de Kent, Donald Trump disse a repórteres que foi uma "coisa boa", pois o ex-funcionário era "muito fraco em segurança".
Kent foi escolhido por Trump para ocupar o cargo em fevereiro de 2025. Na data, o presidente afirmou que a escolha seria certa porque a mulher de Kent foi morta "na luta contra o Estado Islâmico" (Daesh, organização terrorista proibida na Rússia e em vários países).
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