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Arqueólogos revelam que Pompeia foi atacada com uma 'metralhadora antiga' durante cerco (FOTOS)
Arqueólogos revelam que Pompeia foi atacada com uma 'metralhadora antiga' durante cerco (FOTOS)
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Pesquisadores italianos provaram que um século antes da famosa erupção do Vesúvio, durante o cerco de Pompeia pelo exército do chefe militar romano Lúcio... 24.03.2026, Sputnik Brasil
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As fortificações defensivas feitas de tufo vulcânico suave ao redor da antiga Pompeia têm vestígios de numerosos danos que foram deixados não só pelo tempo e pelos desastres naturais, mas também pelas ações militares que ocorreram nos tempos antigos, escreve Phys.org.Até agora, o objeto de estudo eram as grandes amassadas redondas marcadas na muralha como resultado do bombardeio com pesadas bolas de pedra lançadas a partir de catapultas romanas padrão.Cientistas sugeriram que estas são marcas de uma arma chamada políbole. Trata-se de um aparelho metálico multicarga de disparo rápido.Para testar a validade de sua hipótese, os pesquisadores usaram escaneamento a laser e fotogrametria para criar modelos 3D precisos das cavidades nas muralhas. Analisando sua profundidade, largura e forma, os cientistas concluíram que foram o resultado de disparos mecânicos rápidos, em vez de tiros individuais de uma arma de mão.Comparação de modelos digitais com desenhos de engenharia gregos do século III a.C., que descrevem a mecânica da ação da políbole, e a comparação do padrão semelhante ao de um leque nas muralhas de Pompeia com o ângulo de dispersão de dardos, descrito em textos antigos, também confirmaram a hipótese de que a cidade foi bombardeada por uma arma de tiro rápido.
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arqueologia, escavação, império romano, arma, muralha, pesquisa
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Arqueólogos revelam que Pompeia foi atacada com uma 'metralhadora antiga' durante cerco (FOTOS)
07:59 24.03.2026 (atualizado: 08:28 24.03.2026) Pesquisadores italianos provaram que um século antes da famosa erupção do Vesúvio, durante o cerco de Pompeia pelo exército do chefe militar romano Lúcio Cornélia Sula no século I a.C., a cidade foi bombardeada com políbole, uma arma de tiro rápido da era da Antiguidade semelhante a uma balista.
As fortificações defensivas feitas de tufo vulcânico suave ao redor da
antiga Pompeia têm vestígios de numerosos danos que
foram deixados não só pelo tempo e pelos desastres naturais, mas também pelas ações militares que ocorreram nos tempos antigos, escreve Phys.org.
Até agora, o objeto de estudo eram as grandes amassadas redondas marcadas na muralha como resultado do bombardeio com pesadas bolas de pedra lançadas a partir de
catapultas romanas padrão.
Os autores de um novo estudo publicado na revista Heritage observaram que, entre as amassadas deixadas no muro norte de Pompeia por munições de catapultas, há um grupo de buracos de tamanho menor espalhados em intervalos iguais e buracos mais profundos em forma de tetraedro de origem claramente antropogênica.
Cientistas sugeriram que estas são marcas de uma arma chamada políbole. Trata-se de um aparelho metálico multicarga de disparo rápido.
Para testar a validade de sua hipótese, os pesquisadores usaram escaneamento a laser e fotogrametria para criar modelos 3D precisos das
cavidades nas muralhas. Analisando sua profundidade, largura e forma,
os cientistas concluíram que foram o resultado de disparos mecânicos rápidos, em vez de tiros individuais de uma arma de mão.
Comparação de modelos digitais
com desenhos de engenharia gregos do século III a.C., que descrevem a mecânica da ação da políbole, e a comparação do padrão semelhante ao de um leque nas
muralhas de Pompeia com o ângulo de dispersão de dardos, descrito em textos antigos, também confirmaram a hipótese de que a cidade foi bombardeada por uma arma de tiro rápido.
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