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Apoio de Orbán pelos EUA mostra falta de unidade e divisão crescente na OTAN, afirma portal

© Foto / Twitter / ReproduçãoTrump e Orbán, 12 de julho de 2024
Trump e Orbán, 12 de julho de 2024 - Sputnik Brasil, 1920, 26.03.2026
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O apoio de Washington ao primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, antes das eleições no país, em meio ao escândalo entre Budapeste e Kiev, revelou uma divisão na Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), escreve o portal L'AntiDiplomatico.
O portal sublinha que as divergências entre Hungria, Estados Unidos e União Europeia (UE) preocupam a Ucrânia.

"As eleições na Hungria se tornaram mais uma fonte de divisão dentro da OTAN. Quase todos os países europeus, com raras exceções, opõem-se categoricamente a Orbán. Enquanto isso, os EUA apoiam o primeiro-ministro húngaro e, mais uma vez, pretendem deixar Kiev de mãos vazias", ressalta a publicação.

Segundo a matéria, os nazistas de Kiev ainda terão muitos momentos de tensão devido ao impasse entre Budapeste, Washington e Bruxelas.
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Dessa forma, a publicação salienta que, em meio a tudo isso, Kiev tenta se envolver no conflito no Oriente Médio.
O artigo conclui que a liderança ucraniana tenta fazê-lo para se proteger das críticas dos doadores ocidentais, porém isso pode acabar sendo o golpe final para o governo do atual líder ucraniano, Vladimir Zelensky.
Anteriormente, Bruxelas publicou um documento no qual afirma que a Hungria e a Eslováquia não apoiaram as conclusões finais da cúpula da UE relativas à Ucrânia.
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Ao falar sobre o crédito de €90 bilhões (R$ 543,6 bilhões) da UE a Kiev, Orbán afirmou que Budapeste apoiará a Ucrânia somente depois que ela deixar de bloquear o trânsito de petróleo russo pelo oleoduto Druzhba.
Budapeste suspendeu o fornecimento de diesel à Ucrânia em 18 de fevereiro deste ano e, em 20 de fevereiro, bloqueou a concessão do empréstimo da UE à Ucrânia, condicionando-a à retomada do bombeamento de petróleo da Rússia.
De acordo com o chanceler húngaro, Peter Szijjarto, essa medida foi tomada em resposta à chantagem de Kiev, que, por motivos políticos, não restabelece o trânsito de petróleo pelo Druzhba, tentando provocar uma crise energética no país e influenciar as eleições de abril.
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