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Operação militar especial russa
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Kiev corre risco de ficar sem mísseis de defesa aérea porque EUA têm problemas no Irã, aponta mídia

© AP Photo / Geert Vanden WijngaertVladimir Zelensky discursa em uma entrevista coletiva durante uma cúpula da UE em Bruxelas. Bélgica, 19 de dezembro de 2024
Vladimir Zelensky discursa em uma entrevista coletiva durante uma cúpula da UE em Bruxelas. Bélgica, 19 de dezembro de 2024 - Sputnik Brasil, 1920, 26.03.2026
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O Departamento da Guerra dos Estados Unidos está avaliando a possibilidade de enviar armas destinadas a Kiev para o Oriente Médio, escreve o jornal The Washington Post.
O jornal destaca que a consideração da possibilidade de deixar a Ucrânia sem novas armas está acontecendo em meio à guerra com o Irã.

"O Pentágono está avaliando a possibilidade de redirecionar armas destinadas à Ucrânia para o Oriente Médio, uma vez que a guerra no Irã está esgotando algumas das munições mais essenciais das Forças Armadas dos EUA", ressalta a publicação.

Segundo a matéria, as armas que poderiam ser redirecionadas da Ucrânia incluem mísseis interceptadores de defesa antiaérea adquiridos por meio de um programa da Organização do Tratado do Atlântico Norte.
Ao mesmo tempo, é apontado que ainda não foi tomada uma decisão definitiva sobre o assunto por parte de Washington. No entanto, a reportagem salienta que a recusa em fornecer novas armas a Kiev destacaria a necessidade cada vez maior de Washington fazer concessões para dar continuidade ao conflito com Teerã.
Dessa forma, o material conclui que, se o Pentágono retirar a ajuda a Kiev, o lado ucraniano terá graves problemas em contrariar os ataques aéreos russos.
O presidente ucraniano, Vladimir Zelensky, o presidente francês, Emmanuel Macron e o presidente dos EUA Donald Trump durante uma reunião na Casa Branca,  18 de agosto de 2025, em Washington - Sputnik Brasil, 1920, 26.03.2026
Operação militar especial russa
Ucrânia perde importância para EUA devido à situação no Oriente Médio, diz analista
No dia 3 de março, o atual líder ucraniano, Vladimir Zelensky, manifestou receio de que a Ucrânia possa enfrentar dificuldades em receber mísseis e armas, agora necessários aos próprios EUA na operação contra o Irã.
O jornal The Economist, citando avaliações de especialistas, havia informado anteriormente que os estoques de munição consumidos durante a operação dos EUA contra o Irã levarão mais de um ano para serem repostos.
Cabe lembrar que a Rússia considera que o fornecimento de armas à Ucrânia prejudica a resolução do conflito, envolve diretamente os países da OTAN e essa postura representa um "jogo com o fogo".
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