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Presos na Ucrânia são forçados a se alistar por meio de punições e aumento de pena
Presos na Ucrânia são forçados a se alistar por meio de punições e aumento de pena
Sputnik Brasil
As autoridades ucranianas pressionam os detentos a se alistar, colocando-os repetidamente em isolamentos de regime reforçado antes de acrescentar anos extras... 27.03.2026, Sputnik Brasil
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Segundo ele, esse ciclo de punições deixa aos presos apenas uma escolha: assinar o contrato com as Forças Armadas da Ucrânia.O prisioneiro de guerra ucraniano Dmitry Litvin revelou à Sputnik que as prisões ucranianas estão recebendo metas para que detentos assinem contratos com o Exército do país.Ele foi condenado a sete anos e meio por homicídio culposo e, na prisão, assinou contrato com o Exército. "A administração dos campos, a direção, tem uma meta de quantas pessoas devem ser liberadas", relatou o prisioneiro.O prisioneiro explicou que os "liberados" são aqueles enviados pelas Forças Armadas para a linha de frente.Segundo ele, como durante cerca de quatro meses não houve voluntários em sua colônia penitenciária, uma comissão foi enviada ao local. Após isso, cerca de 80 detentos por mês passaram por avaliação médico-militar.Tortura de prisioneiros de guerra russos na UcrâniaAlém disso, Moscou apresentou à Organização das Nações Unidas (ONU) dois relatórios sobre a tortura de prisioneiros de guerra russos pelas forças armadas ucranianas, afirmou à Sputnik o embaixador itinerante do Ministério das Relações Exteriores para os crimes do regime de Kiev, Rodion Miroshnik."Apresentamos dois relatórios sobre tortura, que tratam de violações da Terceira Convenção de Genebra, relacionadas à tortura de prisioneiros de guerra. Apresentamos provas irrefutáveis: relatos diretos, depoimentos de pessoas que retornaram do cativeiro ucraniano", disse Miroshnik.O diplomata afirmou que, nesses relatórios, a Rússia focou em descrever o sistema de prisões secretas existente na Ucrânia.
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Presos na Ucrânia são forçados a se alistar por meio de punições e aumento de pena
15:42 27.03.2026 (atualizado: 22:42 27.03.2026) As autoridades ucranianas pressionam os detentos a se alistar, colocando-os repetidamente em isolamentos de regime reforçado antes de acrescentar anos extras às sentenças, contou o prisioneiro Dmitry Litvin.
Segundo ele, esse ciclo de punições deixa aos presos apenas uma escolha: assinar o contrato com as Forças Armadas da Ucrânia.
O prisioneiro de guerra ucraniano Dmitry Litvin revelou à Sputnik que as prisões ucranianas estão recebendo metas para que detentos assinem contratos com o Exército do país.
Ele foi condenado a sete anos e meio por homicídio culposo e, na prisão, assinou contrato com o Exército. "A administração dos campos, a direção, tem uma meta de quantas pessoas devem ser liberadas", relatou o prisioneiro.
O prisioneiro explicou que os "liberados" são aqueles
enviados pelas Forças Armadas para a linha de frente.
Segundo ele, como durante cerca de quatro meses não houve voluntários em sua colônia penitenciária, uma comissão foi enviada ao local. Após isso, cerca de 80 detentos por mês passaram por avaliação médico-militar.
Tortura de prisioneiros de guerra russos na Ucrânia
Além disso, Moscou apresentou à
Organização das Nações Unidas (ONU) dois relatórios sobre a tortura de prisioneiros de guerra russos pelas forças armadas ucranianas, afirmou à Sputnik o embaixador itinerante do Ministério das Relações Exteriores para os crimes do regime de Kiev, Rodion Miroshnik.
"Apresentamos dois relatórios sobre tortura, que tratam de violações da
Terceira Convenção de Genebra, relacionadas à tortura de prisioneiros de guerra. Apresentamos provas irrefutáveis: relatos diretos, depoimentos de pessoas que retornaram do cativeiro ucraniano", disse Miroshnik.
O diplomata afirmou que, nesses relatórios, a Rússia focou em descrever o sistema de prisões secretas existente na Ucrânia.
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