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Sanções da União Europeia contra a Rússia contrariam interesses da Hungria, diz Orbán

© Sputnik / Aleksei Vitvitsky / Acessar o banco de imagensO primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán
O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán - Sputnik Brasil, 1920, 30.03.2026
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As sanções impostas pela União Europeia (UE) à Rússia vão contra os interesses nacionais da Hungria, afirmou nesta segunda-feira (30) o primeiro-ministro Viktor Orbán. Segundo o líder húngaro, o país acaba arcando com parte dos custos das medidas adotadas por Bruxelas.
"As sanções contra a Rússia contrariam os interesses da Hungria porque somos nós que sofremos com elas. Estamos perdendo muitas oportunidades de investimento e negócios na Rússia, onde empresas húngaras atuam", disse Orbán à mídia local.
O premiê também destacou que o acesso do país ao petróleo e ao gás russos foi restringido, o que tem pressionado o governo a buscar alternativas para garantir o abastecimento.

"Nosso acesso ao petróleo e ao gás russos está limitado, então temos que lutar todos os dias para lidar com isso. Como a política de sanções de Bruxelas levou ao aumento dos preços da energia, estamos pagando muito mais caro do que antes."

O líder ucraniano Vladimir Zelensky (à esq.) e primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán (à dir.) - Sputnik Brasil, 1920, 30.03.2026
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De acordo com Orbán, parte do impacto econômico das sanções acaba sendo transferido diretamente para a população húngara. "Todas as sanções econômicas contra a Rússia são, em parte, pagas pelos húngaros."
Na última semana, o líder da Aliança dos Sociais-Democratas Independentes, entidade de maioria sérvia dentro da Bósnia e Herzegovina, Milorad Dodik, avaliou à Sputnik que as sanções impostas à Rússia prejudicam mais o Ocidente do que o próprio país.
"É claro que essas sanções prejudicam mais aqueles que as impuseram do que a Rússia. É evidente que seria melhor se elas não existissem, para que pessoas, Estados e nações pudessem trabalhar livremente, sem qualquer possibilidade de impedimento", disse na ocasião.
Moscou, por sua vez, já afirmou que tem capacidade de resistir à pressão das sanções ocidentais, impostas e ampliadas ao longo dos últimos anos.
Autoridades russas também têm reiterado que o Ocidente não reconhece a ineficácia das medidas, apesar de avaliações recorrentes de que as sanções não atingiram plenamente seus objetivos.
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