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EUA não vencerão conflito com Irã, mas guerra não interessa a ninguém, diz presidente iraniano
EUA não vencerão conflito com Irã, mas guerra não interessa a ninguém, diz presidente iraniano
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Os Estados Unidos não sairão vitoriosos de um eventual conflito com o Irã, mas a guerra traria prejuízos significativos para toda a região e para o mundo... 16.04.2026, Sputnik Brasil
2026-04-16T22:17-0300
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"Os Estados Unidos não vencerão esse conflito, mas serão justamente os países da região e do mundo que sofrerão perdas graves", declarou Pezeshkian. O presidente também ressaltou que a guerra não está no interesse de nenhuma das partes envolvidas.Segundo comunicado da presidência iraniana, a declaração foi feita durante encontro com o chefe do Estado-Maior do Exército do Paquistão, o marechal de campo Asim Munir.Pezeshkian afirmou ainda que, após o fim do conflito entre Irã, Estados Unidos e Israel, os países da região devem ampliar a cooperação para garantir estabilidade no Oriente Médio.Por sua vez, o representante militar paquistanês apresentou um relatório sobre o andamento das negociações de paz entre Irã e Estados Unidos e manifestou expectativa de que um acordo seja alcançado em breve. Ele também afirmou que a região não voltará ao mesmo cenário após o fim do conflito.Mais cedo, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que conversou com o presidente libanês Joseph Aoun e com o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu e que ambos concordaram com um cessar-fogo de dez dias entre os dois países.O fim dos confrontos no Líbano foi um dos principais pedidos do Irã nas negociações com os Estados Unidos na semana passada, sendo concordado por todas as partes. A medida, no entanto, não foi respeitada por Israel, que realizou seu ataque mais violento contra o Líbano. Segundo o Ministério da Saúde libanês, os ataques israelenses deixaram mais de 2,2 mil mortos e mais de 7 mil feridos no país entre 2 de março e 15 de abril.Após pressão de Teerã, a liderança norte-americana convenceu o governo israelense a reduzir a escala das operações e as conversas prosseguiram, mas um cessar-fogo amplo na região se manteve como uma demanda fundamental iraniana.Nos últimos dias, os líderes iranianos como o chanceler Abbas Araghchi e o presidente do Parlamento, Bagher Ghalibaf, reuniram-se com Muneer. O governo paquistanês foi o principal mediador da trégua de duas semanas entre Estados Unidos e Irã, anunciada em 7 de abril.
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EUA não vencerão conflito com Irã, mas guerra não interessa a ninguém, diz presidente iraniano
22:17 16.04.2026 (atualizado: 07:39 17.04.2026) Os Estados Unidos não sairão vitoriosos de um eventual conflito com o Irã, mas a guerra traria prejuízos significativos para toda a região e para o mundo, afirmou nesta quinta-feira (16) o presidente iraniano Masoud Pezeshkian.
"Os Estados Unidos não vencerão esse conflito, mas serão justamente os países da região e do mundo que sofrerão perdas graves", declarou Pezeshkian. O presidente também ressaltou que a guerra não está no interesse de nenhuma das partes envolvidas.
Segundo
comunicado da presidência iraniana, a declaração foi feita durante encontro com o chefe do Estado-Maior do Exército do Paquistão, o marechal de campo Asim Munir.
Pezeshkian afirmou ainda que, após o fim do conflito entre Irã, Estados Unidos e Israel, os países da região devem ampliar a cooperação para
garantir estabilidade no Oriente Médio.
"Assim como a Europa assegura sua segurança por meio de mecanismos como a
Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), os países islâmicos, com base em sua proximidade cultural e religiosa, podem resolver questões por meio da cooperação coletiva", acrescentou.
Por sua vez, o representante militar paquistanês apresentou um relatório sobre o andamento das negociações de paz entre Irã e Estados Unidos e manifestou expectativa de que um acordo seja alcançado em breve. Ele também afirmou que a região não voltará ao mesmo cenário após o fim do conflito.
Mais cedo, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que conversou com o presidente libanês Joseph Aoun e com o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu e que ambos concordaram com um cessar-fogo de dez dias entre os dois países.
O fim dos confrontos no Líbano foi um dos principais pedidos do Irã nas
negociações com os Estados Unidos na semana passada, sendo concordado por todas as partes. A medida, no entanto, não foi respeitada por Israel, que realizou seu ataque mais violento contra o Líbano. Segundo o Ministério da Saúde libanês, os ataques israelenses deixaram mais de
2,2 mil mortos e mais de 7 mil feridos no país entre 2 de março e 15 de abril.
Após pressão de Teerã, a
liderança norte-americana convenceu o governo israelense a reduzir a escala das operações e as conversas prosseguiram, mas um cessar-fogo amplo na região se manteve como uma demanda fundamental iraniana.
Nos últimos dias, os líderes iranianos como o chanceler Abbas Araghchi e o presidente do Parlamento, Bagher Ghalibaf, reuniram-se com Muneer. O governo paquistanês foi o principal mediador da trégua de duas semanas entre Estados Unidos e Irã, anunciada em 7 de abril.
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