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China vê guerra no Irã como ameaça energética e diz que conflito 'não deveria ter começado'
China vê guerra no Irã como ameaça energética e diz que conflito 'não deveria ter começado'
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O prolongamento do conflito no Oriente Médio tem causado impacto significativo na segurança energética internacional e na navegação no estreito de Ormuz... 16.04.2026, Sputnik Brasil
2026-04-16T19:18-0300
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"A guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã nunca deveria ter começado. O conflito prolongado já teve um impacto sério na segurança energética internacional e na segurança da navegação pelo estreito de Ormuz", declarou, após reunião com seu homólogo italiano, Antonio Tajani, em Pequim.O chanceler chinês acrescentou que facilitar o retorno dos Estados Unidos e do Irã às negociações por uma solução política é prioridade. Segundo ele, a China está disposta a manter diálogo com todas as partes e continuar desempenhando um papel construtivo.Wang também afirmou que, durante o encontro, ele e Tajani trocaram avaliações sobre a crise na Ucrânia.Em 28 de fevereiro, Estados Unidos e Israel lançaram ataques contra alvos no Irã, incluindo a capital, Teerã, provocando danos e vítimas civis. O Irã respondeu com ataques contra o território israelense e instalações militares americanas no Oriente Médio. Diante do risco de novos ataques com mísseis e drones, diversos países da região fecharam total ou parcialmente seus espaços aéreos.Em 11 de abril, Irã e Estados Unidos realizaram negociações em Islamabad, após o presidente norte-americano, Donald Trump, anunciar um acordo de cessar-fogo de duas semanas com Teerã. No dia seguinte, o chefe da delegação americana, o vice-presidente J. D. Vance, declarou que as partes não chegaram a um entendimento.
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China vê guerra no Irã como ameaça energética e diz que conflito 'não deveria ter começado'
O prolongamento do conflito no Oriente Médio tem causado impacto significativo na segurança energética internacional e na navegação no estreito de Ormuz, afirmou nesta quinta-feira (16) o ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi.
"A guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã nunca deveria ter começado. O conflito prolongado já teve um impacto sério na segurança energética internacional e na segurança da
navegação pelo estreito de Ormuz", declarou, após reunião com seu homólogo italiano, Antonio Tajani, em Pequim.
O chanceler chinês acrescentou que facilitar o retorno dos Estados Unidos e do Irã às negociações por uma solução política é prioridade. Segundo ele, a China está disposta a manter diálogo com todas as partes e continuar desempenhando um papel construtivo.
Wang também afirmou que, durante o encontro, ele e Tajani trocaram avaliações sobre a
crise na Ucrânia.Em 28 de fevereiro, Estados Unidos e Israel lançaram ataques contra alvos no Irã, incluindo a capital, Teerã, provocando danos e vítimas civis. O Irã respondeu com ataques contra o território israelense e instalações militares americanas no Oriente Médio. Diante do risco de novos ataques com mísseis e drones, diversos países da região fecharam total ou parcialmente seus espaços aéreos.
Em 11 de abril, Irã e Estados Unidos realizaram negociações em Islamabad, após o
presidente norte-americano, Donald Trump, anunciar um acordo de cessar-fogo de duas semanas com Teerã. No dia seguinte, o chefe da delegação americana, o vice-presidente J. D. Vance, declarou que as partes
não chegaram a um entendimento.
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