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Senado dos EUA rejeita pela 4ª vez proposta para barrar guerra contra o Irã
Senado dos EUA rejeita pela 4ª vez proposta para barrar guerra contra o Irã
Sputnik Brasil
Medida que limitaria poderes de Donald Trump fracassa por 52 a 47, enquanto prazo legal para autorização do Congresso se aproxima do fim 16.04.2026, Sputnik Brasil
2026-04-16T01:16-0300
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O Senado dos Estados Unidos voltou a rejeitar uma resolução que buscava limitar a capacidade do presidente Donald Trump de conduzir ações militares contra o Irã sem autorização do Congresso. A proposta foi derrubada por 52 votos a 47, marcando a quarta vez no ano em que a medida fracassa.Se aprovada, a resolução — baseada na Lei de Poderes de Guerra — impediria a continuidade das operações militares sem aval formal dos parlamentares. A votação ocorreu em grande parte seguindo linhas partidárias, com maioria republicana mantendo apoio à condução do conflito pela Casa Branca.Democratas afirmaram que pretendem reapresentar a proposta semanalmente, mesmo sem expectativa de aprovação, como forma de registrar a posição de cada parlamentar sobre a guerra. Já alguns republicanos indicaram que podem rever seus votos caso o conflito se prolongue além deste mês.Pela legislação federal, o Congresso precisa autorizar ações militares que ultrapassem 60 dias — prazo que se aproxima, já que os ataques dos EUA em conjunto com Israel começaram em 28 de fevereiro. A Casa Branca ainda pode estender esse limite por mais 30 dias, sob justificativa de segurança nacional.Apesar disso, a maioria dos republicanos segue alinhada a Trump, que determinou, entre outras medidas, um bloqueio militar a portos iranianos. O presidente afirmou recentemente que a guerra estaria “próxima do fim”, embora tenha apresentado diferentes estimativas sobre sua duração.Entre os votos, chamou atenção o posicionamento do senador democrata John Fetterman, que se juntou aos republicanos para rejeitar a medida. Já o republicano Rand Paul foi o único de seu partido a apoiar a resolução ao lado dos democratas — repetindo sua posição em votações anteriores.Outro republicano, Josh Hawley, afirmou que seria do interesse dos Estados Unidos encerrar rapidamente o conflito e disse esperar avanços diplomáticos nos próximos dias. Enquanto isso, cresce entre parlamentares a preocupação com os custos e os impactos de uma eventual prolongação da guerra.
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Senado dos EUA rejeita pela 4ª vez proposta para barrar guerra contra o Irã
Medida que limitaria poderes de Donald Trump fracassa por 52 a 47, enquanto prazo legal para autorização do Congresso se aproxima do fim
O Senado dos Estados Unidos voltou a rejeitar uma resolução que buscava limitar a capacidade do presidente Donald Trump de conduzir ações militares contra o Irã sem autorização do Congresso. A proposta foi derrubada por 52 votos a 47, marcando a quarta vez no ano em que a medida fracassa.
Se aprovada, a resolução — baseada na Lei de Poderes de Guerra — impediria a continuidade das operações militares sem aval formal dos parlamentares. A votação ocorreu em grande parte seguindo linhas partidárias, com maioria republicana mantendo apoio à condução do conflito pela Casa Branca.
Democratas afirmaram que pretendem reapresentar a proposta semanalmente, mesmo sem expectativa de aprovação, como forma de registrar a posição de cada parlamentar sobre a guerra. Já alguns republicanos indicaram que podem rever seus votos caso
o conflito se prolongue além deste mês. Pela legislação federal, o Congresso precisa autorizar ações militares que ultrapassem 60 dias — prazo que se aproxima, já que os ataques dos EUA em conjunto com Israel começaram em 28 de fevereiro. A Casa Branca ainda pode estender esse limite por mais 30 dias, sob justificativa de segurança nacional.
Apesar disso, a maioria dos republicanos
segue alinhada a Trump, que determinou, entre outras medidas, um bloqueio militar a portos iranianos. O presidente afirmou recentemente que a guerra estaria “próxima do fim”, embora tenha apresentado diferentes estimativas sobre sua duração.
Entre os votos, chamou atenção o posicionamento do senador democrata John Fetterman, que se juntou aos republicanos para rejeitar a medida. Já o republicano Rand Paul foi o único de seu partido a apoiar a resolução ao lado dos democratas — repetindo sua posição em votações anteriores.
Outro republicano, Josh Hawley, afirmou que seria do interesse dos Estados Unidos encerrar rapidamente o conflito e disse esperar
avanços diplomáticos nos próximos dias. Enquanto isso, cresce entre parlamentares a preocupação com os custos e os impactos de uma eventual prolongação da guerra.
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