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Trump ameaça demitir chefe do Fed se não deixar cargo em maio

© AP Photo / Jacquelyn MartinJerome Powell, presidente do Federal Reserve (Fed), o banco central dos EUA, durante entrevista coletiva
Jerome Powell, presidente do Federal Reserve (Fed), o banco central dos EUA, durante entrevista coletiva - Sputnik Brasil, 1920, 15.04.2026
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Presidente dos EUA critica política de juros, indica Kevin Warsh para o cargo e vê resistência no Senado em meio a investigações sobre Jerome Powell.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, intensificou nesta quarta-feira (15) a pressão sobre o comando do Federal Reserve (Fed), ao afirmar que poderá demitir o atual presidente da instituição, Jerome Powell, caso ele não deixe o cargo após a posse de um novo chefe.
"Terei que demiti-lo se não sair a tempo", disse, reiterando críticas à política de juros do Fed, que, segundo ele, tem sido excessivamente restritiva e prejudicado o crescimento econômico. O presidente também afirmou acreditar que as taxas de juros devem cair com a eventual chegada de seu indicado, o ex-banqueiro central Kevin Warsh.
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A indicação de Warsh, anunciada em janeiro, ainda depende de aprovação do Senado e enfrenta resistência de parlamentares, que ameaçam barrar o processo enquanto estiver em curso uma investigação envolvendo Powell. Trump, por sua vez, afirmou esperar que a confirmação ocorra já na próxima semana.
A pressão da Casa Branca não se limita à sucessão no comando do Fed. Powell é alvo de uma investigação conduzida pelo Departamento de Justiça, relacionada a supostos sobrecustos em uma reforma de US$ 2,5 bilhões (cerca de R$ 12,4 bilhões na cotação atual) na sede da instituição, em Washington. O caso ganhou força após questionamentos de parlamentares sobre possíveis excessos no projeto, incluindo acusações de perjúrio.
Powell nega irregularidades e afirma que a investigação está ligada à pressão política sobre a condução da política monetária. Já Trump declarou que é necessário "descobrir o que aconteceu" no banco central, mas nega interferência direta no caso.
O embate ocorre em meio a um cenário mais amplo de disputa sobre os rumos da política econômica dos Estados Unidos, enquanto o governo busca acelerar mudanças na condução dos juros e ampliar o controle sobre o banco central.
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