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Mídia: dólar cai abaixo de R$ 5 e bolsa bate recorde, reforçando confiança na economia brasileira
Mídia: dólar cai abaixo de R$ 5 e bolsa bate recorde, reforçando confiança na economia brasileira
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A queda do dólar abaixo de R$ 5 pela primeira vez em mais de dois anos e o novo recorde histórico da bolsa, que superou os 198 mil pontos, reforçaram nesta... 14.04.2026, Sputnik Brasil
2026-04-14T11:31-0300
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Dados divulgados pela Agência Brasil com informações adicionais da Reuters, mostram que o mercado interno segue resiliente mesmo em meio às tensões no Oriente Médio, o que dialoga diretamente com a política econômica do governo do presidente Lula, que vem combinando estabilidade institucional, fortalecimento da atividade econômica e recuperação da credibilidade do país.No câmbio, o dólar comercial fechou vendido a R$ 4,997, queda de 0,29% e menor valor desde março de 2024. Ao longo do dia, chegou a tocar R$ 4,98. A moeda acumula recuo de 3,51% em abril e de 8,96% em 2026, refletindo a melhora da percepção sobre o país e a entrada consistente de capital estrangeiro.A divisa chegou a subir no início do pregão, acompanhando o nervosismo internacional, mas perdeu força com a sinalização de possível distensão diplomática entre Washington e Teerã. O enfraquecimento global do dólar também foi confirmado pelo recuo do índice DXY, que mede a força da moeda americana.O euro comercial acompanhou o movimento e encerrou o dia em leve baixa, vendido a R$ 5,876, no menor patamar desde junho de 2024. A tendência reforça o momento de valorização dos ativos brasileiros.Na bolsa, o Ibovespa avançou 0,34% e fechou aos 198.001 pontos, novo recorde histórico. O desempenho foi impulsionado por ações de grandes empresas de commodities e pelo fluxo contínuo de investidores estrangeiros. Em julho, o índice sobe 5,62%, e no ano, 22,89%.O bom humor local acompanhou o cenário internacional: em Nova York, Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq fecharam em alta, apoiados pela percepção de que a crise geopolítica pode não escalar no curto prazo. A combinação entre alívio externo, commodities valorizadas e confiança no Brasil sustentou o avanço dos mercados.Mesmo com a forte alta do petróleo — o Brent subiu 4,36% e o WTI, 2,6% —, os ativos brasileiros mantiveram desempenho positivo.
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Mídia: dólar cai abaixo de R$ 5 e bolsa bate recorde, reforçando confiança na economia brasileira
11:31 14.04.2026 (atualizado: 11:40 14.04.2026) A queda do dólar abaixo de R$ 5 pela primeira vez em mais de dois anos e o novo recorde histórico da bolsa, que superou os 198 mil pontos, reforçaram nesta segunda-feira (13) o clima de confiança na economia brasileira.
Dados divulgados pela Agência Brasil com informações adicionais da Reuters, mostram que o
mercado interno segue resiliente mesmo em meio às tensões no Oriente Médio, o que dialoga diretamente com a
política econômica do governo do presidente Lula, que vem combinando estabilidade institucional, fortalecimento da atividade econômica e recuperação da credibilidade do país.
Segundo o Brasil 247, as declarações do presidente norte-americano Donald Trump sobre a possibilidade de um acordo com o Irã reduziram a tensão global e impulsionaram ativos de risco, beneficiando também o Brasil.
No câmbio, o
dólar comercial fechou vendido a R$ 4,997, queda de 0,29% e menor valor desde março de 2024. Ao longo do dia, chegou a tocar R$ 4,98. A moeda acumula recuo de 3,51% em abril e de 8,96% em 2026, refletindo a melhora da
percepção sobre o país e a entrada consistente de capital estrangeiro.
A divisa chegou a subir no início do pregão, acompanhando o
nervosismo internacional, mas perdeu força com a sinalização de
possível distensão diplomática entre Washington e Teerã. O enfraquecimento global do dólar também foi confirmado pelo recuo do índice DXY, que mede a força da moeda americana.
O euro comercial
acompanhou o movimento e encerrou o dia em leve baixa,
vendido a R$ 5,876, no menor patamar desde junho de 2024. A tendência reforça o momento de valorização dos ativos brasileiros.
Na bolsa, o
Ibovespa avançou 0,34% e fechou aos 198.001 pontos, novo recorde histórico. O desempenho foi impulsionado por
ações de grandes empresas de commodities e pelo fluxo contínuo de investidores estrangeiros. Em julho, o índice sobe 5,62%, e no ano, 22,89%.
O bom humor local acompanhou o cenário internacional: em Nova York, Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq fecharam em alta, apoiados pela percepção de que a
crise geopolítica pode não escalar no curto prazo. A combinação entre alívio externo, commodities valorizadas e confiança no Brasil sustentou o
avanço dos mercados.
Mesmo com a forte alta do petróleo — o Brent subiu 4,36% e o WTI, 2,6% —, os ativos brasileiros mantiveram desempenho positivo.
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