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Mídia: fluxo recorde de dólares impulsiona real e leva Ibovespa a máximas históricas
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A entrada maciça de dólares no Brasil marcou o início do ano e derrubou a cotação da moeda norte-americana em quase 4%, enquanto o Ibovespa renovou recordes... 26.01.2026, Sputnik Brasil
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Só em janeiro, investidores internacionais aportaram mais de R$ 12 bilhões na Bolsa, quase metade do total de 2025, levando o índice a superar 178 mil pontos.De acordo com a Folha de S.Paulo, analistas afirmam que o movimento é global e decorre da saída de capitais dos EUA em meio à instabilidade geopolítica e ao temor de congelamento de ativos, intensificados pelas tensões envolvendo a Groenlândia. O dólar também perdeu força frente a outras moedas, refletindo esse reposicionamento internacional.A fuga de títulos do tesouro norte-americano ganhou força após precedentes como o confisco de ativos russos, levando países a reduzir a exposição aos EUA. Parte desse capital migra para o Brasil, que combina tamanho de mercado, liquidez e ações ainda negociadas abaixo da média histórica de preço/lucro.Especialistas que falaram à Folha avaliam que, se o país avançasse no ajuste fiscal, o fluxo poderia ser ainda maior, com potencial de levar o Ibovespa a patamares superiores. Mesmo assim, outros mercados latino‑americanos, como Peru, Colômbia e Chile, tiveram desempenho ainda melhor em dólares neste início de ano.O ambiente global também favorece metais preciosos: ouro e prata atingiram recordes históricos, impulsionados pela busca por proteção diante das tensões entre EUA e Europa, além de avanços norte-americanos na Venezuela, no Irã e pressões sobre a Colômbia.A incerteza sobre a economia dos EUA — especialmente inflação, juros e ritmo de crescimento — aumenta a volatilidade e dificulta apostas de longo prazo, afetando o câmbio brasileiro. A instabilidade geopolítica reforça a migração para ativos considerados mais seguros.Os juros altos no Brasil também fortalecem o real: com Selic a 15% e inflação perto de 4%, o ganho real supera 10%, tornando o país atraente para investidores estrangeiros. A valorização do real amplia ainda mais esse retorno.Apesar do momento favorável, economistas alertam que o ciclo pode ser temporário. Riscos incluem cortes menores de juros pela Reserva Federal dos EUA (Fed) e o impacto das eleições brasileiras. Ainda assim, há quem veja espaço para continuidade do fluxo, considerando a nova dinâmica global e o enfraquecimento do dólar.
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Mídia: fluxo recorde de dólares impulsiona real e leva Ibovespa a máximas históricas
07:24 26.01.2026 (atualizado: 08:30 26.01.2026) A entrada maciça de dólares no Brasil marcou o início do ano e derrubou a cotação da moeda norte-americana em quase 4%, enquanto o Ibovespa renovou recordes impulsionados por um forte fluxo estrangeiro.
Só em janeiro, investidores internacionais aportaram mais de R$ 12 bilhões na Bolsa, quase metade do total de 2025, levando o índice a superar 178 mil pontos.
De
acordo com a Folha de S.Paulo, analistas afirmam que o
movimento é global e decorre da saída de capitais dos EUA em meio à
instabilidade geopolítica e ao temor de congelamento de ativos, intensificados pelas tensões envolvendo a Groenlândia. O dólar também perdeu força frente a outras moedas, refletindo esse reposicionamento internacional.
A fuga de títulos do tesouro norte-americano ganhou força após precedentes como o
confisco de ativos russos, levando países a reduzir a exposição aos EUA.
Parte desse capital migra para o Brasil, que combina tamanho de mercado, liquidez e ações ainda negociadas abaixo da média histórica de preço/lucro.
Especialistas que falaram à Folha avaliam que, se o país avançasse no ajuste fiscal, o fluxo poderia ser ainda maior, com potencial de levar o Ibovespa a
patamares superiores. Mesmo assim, outros mercados latino‑americanos, como
Peru, Colômbia e Chile, tiveram desempenho ainda melhor em dólares neste início de ano.
O ambiente global também favorece metais preciosos:
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A
incerteza sobre a economia dos EUA —
especialmente inflação, juros e ritmo de crescimento — aumenta a volatilidade e dificulta apostas de longo prazo, afetando o câmbio brasileiro. A instabilidade geopolítica reforça a migração para ativos considerados mais seguros.
Os juros altos no Brasil também fortalecem o real: com
Selic a 15% e inflação perto de 4%, o ganho real supera 10%, tornando o país atraente para
investidores estrangeiros. A valorização do real amplia ainda mais esse retorno.
Apesar do
momento favorável, economistas alertam que o ciclo pode ser temporário. Riscos incluem cortes menores de juros pela Reserva Federal dos EUA (Fed) e o impacto das eleições brasileiras. Ainda assim,
há quem veja espaço para continuidade do fluxo, considerando a nova dinâmica global e o enfraquecimento do dólar.
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